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May 12
Acção de formação: A inovação em tecnologias de saúde aplicadas à urologia e ginecologia
A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) está a promover uma acção de formação sobre o “a inovação em tecnologias de saúde aplicadas à urologia e ginecologia”, que irá realizar-se no próximo dia 29 de Maio, às 10h30m, na Av. José Gomes Pereira, nº 9-4º, sala 45 em Miraflores (Sede da APORMED).
Esta iniciativa é direccionada para jornalistas e estudantes finalistas do curso de jornalismo e tem como objectivos dotar estes profissionais da comunicação de informação útil e completa, ajudar a compreender melhor os dispositivos médicos disponíveis na área da urologia e ginecologia e esclarecer dúvidas. A participação é gratuita.
A acção de formação contará com a presença da Dra. Isabel Dionísio, presidente da APORMED, do Dr. Alexandre Lourenço, coordenador da Unidade de Uro-ginecologia do Hospital de Santa Maria, e do Dr. Paulo Vale, consultor de Urologia do Hospital Cuf Descobertas.
Programa:
10h45 – Entrega de documentação
11h00 – Mercado global dos Dispositivos Médicos.
(Dra. Isabel Dionísio – Presidente da APORMED)
11h15 – A incontinência urinária da mulher.
(Dr. Alexandre Lourenço – Coordenador da Unidade de Uro-giencologia do Hospital de Santa Maria)
12h00 – Neuromodulação e Neuroestimulação em urologia. A sua utilização para correcção de alterações do funcionamento da bexiga.
(Dr. Paulo Vale – Consultor de Urologia do Hospital Cuf Descobertas)
12h45 – Perguntas & Respostas
Para mais informações e inscrições gratuitas contacte:
Hill and Knowlton: 21.413.62.36 ou 91.243.40.46 - Ana Tomás – ana.tomas@hillandknowlton.com
June 19
Dr. Leocádio já falou ha muito tempo sobre o consumo excessivo de leite. E comentou que do leite devíamos fazer uso somente da coalhada.
*Leiam com atenção, pois é muito importante.*
*Leite - Um alimento não muito perfeito*
Muitos dos medicamentos que encontramos nas prateleiras das farmácias - comprimidos para dor de cabeça, descongestionantes, antihistamínicos, laxantes - se destinam a combater reações adversas que ignoramos serem causadas pelo consumo de leite e lacticínios. As explicações estão no livro " *Milk - The Deadly Poison*" (Leite - o veneno mortal) de Robert Cohen. Mais informações você encontra no site de Robert Cohen www.notmilk.com < http://http//www.notmilk.com> De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, quase 40% da alimentação do norte-americano comum consiste de leite e lacticínios! Somando leite, queijo, manteiga e outros lacticínios, o norte-americano comum está ingerindo diariamente a mesma quantidade de colesterol contida em 53 fatias de bacon. Em um ano, isso equivale a 19.345 fatias de bacon e, ao longo de 52 anos, ao colesterol contido em *um milhão de fatias de bacon!**
O leite contém proteínas em abundância! Cerca de 80% dessas proteínas são caseína, a mesma cola usada para montar móveis e para fixar o rótulo na garrafa de cerveja. O Dr. Spock, o maior pediatra dos Estados Unidos, considerava a caseína como principal causa de mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância.
Câncer? Há estudos que a indústria de laticínios se recusa a divulgar - provas mantidas em segredo, mais importantes do que aquelas que a indústria de cigarros acabou revelando. Milhares de substâncias causam câncer, mas um hormônio que você produz naturalmente é fator-chave no desenvolvimento do câncer humano, principalmente do câncer de mama. Há milhões de hormônios no reino animal, mas apenas um é exatamente igual nas duas espécies. Esse hormônio, denominado IGF-1 (insulin-like growth factor), é igual em seres humanos e vacas. Ao tomar um copo de leite de 360ml, você está dobrando a quantidade desse hormônio no organismo - um hormônio descrito em periódicos científicos como o fator-chave para o desenvolvimento e a proliferação do câncer.
- *O leite contribui para doenças do coração.* - *O leite é fonte insignificante de cálcio.* - *Um hormônio do leite é fator-chave em todo câncer humano.* - *O leite reduz a eficácia dos antibióticos.* - *A pasteurização não funciona.* - *O consumo de leite tem ligação com bronquite e asma.* - *Uma proteína do leite causa diabete.*
Fonte: http://www.taps.org.br/Paginas/alimartioa02.html *Será que preciso de leite para obter cálcio?* Ao contrário do que aprendemos na escola, o leite está longe de ser o "alimento mais perfeito da natureza". E, ao contrário de toda publicidade, beber leite NÃO evita osteoporose.
A maioria das pessoas foi levada a crer que o leite de vaca é necessário para o bom desenvolvimento dos ossos. Acabamos pensando que jamais devemos ser desmamados - que devemos continuar a beber leite de vaca pelo resto da vida. Os animais, porém, só tomam o leite de suas mães durante o começo da vida e depois passam a suprir suas necessidades com aquilo que comem.
Se leite é uma fonte tão grande de cálcio, como se explica que a maior incidência de osteoporose ocorre justamente nos países onde existe o maior consumo de leite? Como é que em países como a China, onde quase não se consome laticínios, a incidência de osteoporose é bem menor?
De acordo com um estudo - feito em enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade, durante 12 anos - as mulheres que obtêm mais cálcio através do leite são mais sujeitas a fraturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Um estudo com homens e mulheres idosos, realizado em 1994 em Sidney, Austrália, mostrou o mesmo - maior risco de fraturas estava associado a maior consumo de laticínios. Aqueles com o maior consumo de leite e derivados tinham quase o dobro de risco de sofrer fratura do quadril do que aqueles com o menor consumo desses produtos.
"*Isso não quer dizer que o cálcio não seja importante. Entretanto - de acordo com as pesquisas - o leite e os lacticínios não protegem contra fraturas.*" (Physician Committee for Responsible Medicine, www.pcrm.org )
Boas fontes de cálcio assimilável pelo organismo incluem: sementes de gergelim, laranja, couve e outros vegetais de folhas verde-escuras, figos e outros vegetais orgânicos. _____ Fonte: *Just Eat an Apple*, nº 14, novembro/dezembro 2000
Alimentação e osteoporose:*
- Países com o maior número de consumidores de *lacticínios*: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra. Países com o maior índice de *osteoporose*: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra. - A fratura do fêmur é nove vezes mais freqüente entre os negros que vivem nos EUA do que entre os negros que vivem na África do Sul. - Na China rural, a população consome apenas metade do *cálcio*consumido pela população nos EUA. Entretanto, na população dos EUA, ocorrem 5 vezes mais fraturas do que na China rural. - Os alimentos cujo consumo provocam a maior perda de cálcio, através da urina, são *a proteína animal e o café*. (John Robbins*, The Food Revolution*)
*Descoberta importante para a esclerose múltipla:*
Cientistas canadenses comprovaram que há uma forte relação entre a esclerose múltipla e o consumo de leite. Nos países onde não existe, ou quase não existe o consumo de leite, a população não é atingida por essa doença, enquanto nos países onde existe o consumo de leite, a população é muito atingida. Na Noruega, a esclerose múltipla não é encontrada nas regiões costeiras, que vivem da pesca, mas sim nas regiões onde as fazendas produzem leite.
[image: leite]Uma interessante pesquisa americana acompanhou 47.331 homens e 88.563 mulheres de 1980 a 1998. 210 homens e 184 mulheres foram afetados pelo Mal de Parkinson. Constatou-se uma correlação entre o consumo de lacticínios e a incidência da doença - mas apenas nos homens. Outros fatores entram, portanto, em jogo e outras pesquisas são necessárias para determiná-los. Entretanto, essa pesquisa mostra que um fator alimentício facilita a incidência em certos grupos da população. Na realidade, nos países industrializados, as proteínas do leite de vaca são, muitas vezes, as primeiras proteínas estranhas que chegam ao intestino do recém-nascido. A reação imunitária pode causar uma doença auto-imune que, mais tarde, será um dos fatores-chave no aparecimento de diabete ou de esclerose múltipla. Encontram-se anticorpos contra a caseína bovina com muito mais freqüência no sangue dos doentes afetados pela esclerose múltipla do que nos indivíduos sãos. É pouco provável que essa informação importante seja divulgada pela grande imprensa, em virtude da pressão da indústria do leite, cuja publicidade apresenta esse alimento como perfeito para a saúde, ao manter o público na ilusão por razões comerciais. O lucro passa na frente da saúde e da verdade!
(*Santé Nouvelles*, fevereiro de 2003)
*Pasteurização:
Lamentavelmente, a pasteurização também mata bactérias benéficas como os *lactobacilos acidófilos* e destroem até 60% das vitaminas solúveis em gordura (como as vitaminas A e E) e até 80% das vitaminas solúveis em água (como as vitaminas B e C). A enzima fosfatase, que ajuda o organismo a absorver o cálcio, também é destruída. De acordo com alguns estudiosos, sem essa enzima, menos do que 50% do cálcio disponível no leite é absorvido pelo organismo. (Daily Mail, 07.12.01)
*O leite de vaca não é o alimento perfeito:
O leite de vaca é perfeito para o bezerro (isto é, se você tem quatro estômagos e precisa dobrar o peso em 47 dias). Para o ser humano, porém, o leite foi relacionado às doenças coronarianas, alguns tipos de câncer, diabete e até osteoporose - aquelas mesmas doenças que, segundo os produtores de leite, podem ser prevenidas pelos laticínios! (A osteoporose é causada mais pelo excesso do consumo de proteína do que pela falta de cálcio). Recebemos a quantidade CERTA de cálcio do mundo vegetal.
Informações extraídas do site: http://www.taps.org.br/Paginas/alimbreve02.html
May 30
1º Reconhecer os estragos causados pelas dietas
Reconheça que os estragos são uma realidade e que continuar a fazer dieta apenas perpetuará os seus problemas. Admitir que fazer dietas é o problema vai ajudá-la a largar o mito de que as dietas funcionam. Se fazer dieta é o problema, como poderá ser parte da solução?
Exemplos de estragos causados pelas dietas:
- Ensinam o corpo a reter mais gordura quando volta a comer
- Diminuem o ritmo do emagrecimento
- Diminuem o metabolismo
- Aumentam as crises de voracidade alimentar e os desejos pela comida
- Atrofiam os sinais interiores reguladores da saciedade
- Distúrbios alimentares
- Sentimentos de falhanço, baixa auto estima, auto confiança e ansiedade social – independente do peso que tem nessa altura.
2º Estar ciente dos traços e maneira de pensar da mentalidade da dieta
A mentalidade de dieta é subtil e revela-se mesmo quando você decide rejeitar fazer dieta.
Esqueça a Força de Vontade. Nenhum médico conta com a sua força de vontade apenas para baixar a tensão arterial, mas muitos profissionais de saúde esperam que os seus pacientes com excesso de peso emagreçam através da força de vontade da restrição da comida. Esta é também uma crença das pessoas em geral! A expressão Força de vontade pode ser definida como uma tentativa de contrariar um desejo natural e substitui-lo com regras de proibição. O desejo por coisas doces é natural! Qualquer dieta que lhe diga o contrário, vai contra o seu desejo natural. A dieta torna-se um conjunto de medidas rígidas e estas medidas só podem desencadear a revolta alimentar logo, Força de vontade não pertence ao conceito de Comer Intuitivamente!
Esqueça a Obediência. Sem querer os nossos amigos ou familiares podem despoletar em nós uma rebelião alimentar, ao sugerirem coisas tal como: “não devias comer batatas fritas…” Neste cenário de combate alimentar, a sua única arma é pedir uma dose extra grande de batatas fritas (“que é para verem quem manda aqui!”). Na verdade a rebelião é um acto normal de auto preservação – protegemos assim o nosso espaço e limites.
Quando algum médico, nutricionista ou plano alimentar invadem o seu espaço, é normal que se sinta impotente. Quanto mais seguir as restrições alimentares, maior é o ataque à sua autonomia. Ao Comer Intuitivamente não precisará de se rebelar porque é você quem dá as ordens!
Esqueça o Sentir-se um Falhanço. Todas as dietistas crónicas acham-se um falhanço. Mesmo que você seja uma pessoa com sucesso profissional, uma óptima estudante, etc., fala da sua experiência com a comida com muita vergonha, e duvida seriamente da sua capacidade de vir a ter sucesso com a relação com a comida. A mentalidade de dieta reforça os sentimentos de sucesso ou falhanço. Mas ao Comer Intuitivamente não há espaço para falhar – é um processo de aprendizagem.
3º Livrar-se das ferramentas de dieta
A dietista recorre a forças externas para regular a sua alimentação, seguindo um plano alimentar rígido, comendo porque são horas de comer, ou comendo uma específica (medida) porção, quer tenha fome quer não. A dietista valida o seu progresso também através de forças exteriores, principalmente com a balança. Pesar-se na balança só faz com que se concentre no seu peso; não a ajuda a regressar ao processo de Comer Intuitivamente.
AS FERRAMENTAS PARA COMER INTUITIVAMENTE
As ferramentas para comer intuitivamente são sinais internos, e não forças externas que dizem o quê, quando e o quanto comer. Mas para adquirir e entender estes sinais internos, tem de ter uma mala de ferramentas nova – ou melhor, ferramentas de poder.
As ferramentas incluem: aprender a honrar a sua fome, a fazer paz com a comida, a rejeitar a “policia da comida”, a sentir a saciedade, a descobrir a satisfação, a lidar com os seus problemas sem recorrer à comida, a respeitar o seu corpo, a sentir a diferença através do exercício físico e aprender também a alimentar-se saudavelmente, honrando a sua saúde.
September 28
A sua gravidez, sétimo mês
REGRESSO AO FUTURO Agora que já está próximo o momento em que poderá abraçar o seu bebé, é provável que as suas emoções sejam mais intensas a cada dia que passa. É inclusive possível que a entristeça ter que cortar este vínculo único que supõe ter com o bebé no seu interior. Em qualquer caso, tenha paciência perante as dificuldades e desfrute destes meses finais.
A seguir descobrirá:
• Como o bebé já começa a utilizar os seus órgãos
• Que alimentos contêm mais ferro e cálcio | |
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Como está a desenvolver-se Pela Dra. Suzanne Dixon e o Dr. Jim Thornton.
A PRÁTICA FAZ A PERFEIÇÃO Os órgãos do bebé alcançaram um estado de desenvolvimento suficiente para que comece a pô-los à prova. Os pulmões estão a dividir-se e começam a trabalhar (se bem que na realidade o bebé ainda não respire). Os seus rins já produzem com regularidade urina que se mistura com o líquido amniótico. O bebé engole este líquido e volta a “respirá-lo”. Esta reciclagem ajuda os seus pulmões, intestinos e rins a praticar as suas tarefas de respiração, digestão e eliminação.
OS SEUS OLHOS ESTÃO MUITO OCUPADOS Os olhos do bebé estão muito ocupados ultimamente. Pode abri-los e fechá-los e olhar em sua volta. Às 30 semanas já é capaz de coordenar os movimentos dos seus olhos e do seu corpo. Por exemplo, pestanejará e fixará o olhar se o abdómen da mãe receber uma luz brilhante.
CABELO TEMPORÁRIO Se bem que o bebé tenha um suave cabelo na cabeça, é provável que a cor definitiva seja mais clara e perdê-lo-á num prazo de um ou dois meses após o parto. Agora pesa cerca de 1 kg e mede entre 35 e 38 centímetros de comprimento. | |
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Cuidado da mãe Pela Dra. Margaret Comerford Freda e o Dr. Jim Thornton
INCÓMODOS DO TERCEIRO TRIMESTRE Já está mais perto do que nunca do momento de ver o seu bebé. Mas talvez ainda tenha de suportar algumas novas dores antes de dar à luz. O aumento de peso e a pressão exercida pelo bebé implicam os seus próprios incómodos.
CONSELHOS PARA RESPIRAR MELHOR O útero aumenta de tamanho no abdómen e pressiona o diafragma, que por sua vez exerce pressão sobre os pulmões. Isto faz com que possa ser mais difícil respirar, inclusive deitada. Neste caso, experimente dormir um pouco “encaixada”, rodeada de almofadas que lhe sirvam de apoio.
Mais conselhos para dormir melhor aqui.
SENSAÇÕES INTESTINAIS Durante a gestação, todo o sistema gastrointestinal fica mais lento e os músculos do estômago e do esófago relaxam. Por este motivo, os ácidos gástricos podem fazer refluxo, provocando azia e indigestão. Para aliviar estes sintomas, faça pequenas e frequentes refeições e evite os alimentos gordos. Também convém manter-se na posição vertical depois de comer.
Para mais informações, leia o artigo incómodos do terceiro trimestre.
Para mais informações sobre o último trimestre, leia o artigo: “Já cheguei quase à meta”. | |
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Alimentação adequada Pela Dra. Margaret Comerford Freda e o Dr. Jim Thornton
MINERAIS IMPRESCINDÍVEIS Talvez esteja a tomar um suplemento vitamínico pré-natal, mas também é essencial obter vitaminas e minerais dos alimentos, especialmente cálcio e ferro.
O CÁLCIO É um elemento fundamental para a formação dos ossos e dentes do bebé e também ajuda a conservar a resistência óssea da mãe. As mulheres com menos de 19 anos necessitam de 1.300 miligramas diários. A partir desta idade, necessitam de 1.000 mg diários.
Cada uma das seguintes doses contém 300 mg de cálcio. Trate de consumir quatro destas doses por dia. • Cerca de um quarto de litro de leite ou 250 gramas de iogurte. • 40 gramas de queijo duro. • Entre 40 a 60 gramas de queijo curado. • 350 gramas de legumes frescos, cozidos.
O FERRO O ferro ajuda a fabricar células de sangue e previne a anemia. As grávidas necessitam de 30 mg diários de ferro. É conveniente obter o ferro dos alimentos, visto que os suplementos de ferro podem provocar obstipação, algo que possivelmente já lhe está a causar problemas. No entanto, a maioria das mulheres necessita de tomar suplementos de ferro durante a gravidez, porque é difícil obter todo o ferro necessário exclusivamente através da dieta.
Trate de consumir pelo menos quatro doses diárias destes alimentos ricos em ferro: • 125 gramas de fruta, como damascos, uvas ou ameixas secas (as ameixas frescas também são adequadas). • 250 gramas de feijão, ervilhas ou lentilhas. • 250 gramas de legumes de folha escura. • 1 torrada de pão integral ou cerca de 30 gramas de cereais integrais. • Cerca de 60 gramas de amêndoas ou nozes. • Cerca de 60 gramas de carne vermelha. | |
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À espera Pela Dra. Dra. Suzanne Dixon e o Dr. Jim Thornton
A ALIMENTAÇÃO E O ALEITAMENTO MATERNO A natureza deu-lhe todas as facilidades para dar peito ao seu bebé. O corpo da mãe produz as quantidades adequadas dos nutrientes de alta qualidade que o bebé necessita. Se bem que não seja preciso que coma alimentos especiais enquanto dá peito, convém que mantenha uma dieta equilibrada em benefício da saúde de ambos.
O PERCURSO DO LEITE Lamentavelmente, no leite materno podem encontrar-se coisas boas e más. O álcool, as drogas e alguns medicamentos podem passar da mãe para o filho enquanto lhe dá peito. Antes de consumir qualquer fármaco é importante consultar o seu médico.
NÃO É BRINCADEIRA Se era fumadora e deixou de fumar ao ficar grávida, não volte a fumar enquanto der peito visto que passará a nicotina e outras toxinas para o seu bebé. O fumo ambiental cria riscos adicionais para o bebé. Mantenha um ambiente sem fumos... para ambos!
Para mais informações sobre o aleitamento materno, leia o artigo: “Fundamentos do aleitamento materno”.
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Para os pais Pelo Dr. Lawrence Kutner e o Dr. Jim Thornton
O MELHOR APOIO Alguns homens preparam-se para a chegada do bebé pondo em prática novos projectos, como decorar o quarto do bebé ou fazer horas extraordinárias no trabalho. Estes são esforços louváveis, mas não se deixe levar demasiado. Lembre-se de que a sua companheira necessita de muita atenção nestes momentos. Por vezes não há tempo melhor empregue do que os cônjuges estarem juntos sem fazerem absolutamente nada.
Aqui encontrará mais recomendações úteis para os pais. | | June 16
A carne deve fazer parte de uma alimentação saudável?
Passando pelas civilizações da humanidade, a carne tem papel significativo na alimentação do homem desde os tempos pré-históricos. Ultimamente tem se falado muito sobre os efeitos prejudiciais que a carne vermelha traz à saúde, como por exemplo, o risco de doenças cardiovasculares. Ao mesmo tempo, a inclusão da carne bovina na nossa alimentação é importante porque ela é uma excelente fonte de proteínas (nutriente relacionado à construção e regeneração celular) de alta qualidade.
Além disso, é fonte de minerais como ferro (que previne a anemia) e zinco (importante para o crescimento, cicatrização e função imunológica); de ácidos essenciais e de vitaminas do complexo B, principalmente a B12, indispensáveis ao organismo saudável.
Para algumas pessoas preocupadas com sua saúde, essas informações contraditórias acabam formando dúvidas e atitudes radicais em relação ao consumo deste alimento. Daí surgem as perguntas: qual é o melhor tipo de carne para o consumo? Quanto posso comer?
Prefira as carnes magras. Estamos sempre a dizer que uma alimentação adequada e saudável deve ser nutricionalmente equilibrada, variada, caloricamente moderada e, em relação à ingestão de carne vermelha, estes conceitos permanecem.
Por isso também, com o intuito de promover a saúde da população, alguns criadores adicionam à ração dos animais ingredientes com baixo teor de gordura saturada e colesterol - o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Assim, eles conseguem produzir uma carne mais magra e saudável, porém sem prejuízo no sabor.
Quanto comer? O segredo é moderar o consumo das carnes, não ultrapassando a quantidade de 170 gramas/dia, dando preferência à carne magra.
Na hora da compra você também deve pedir para que se retire a gordura aparente da peça e optar pelas preparações assadas, grelhadas ou refogadas para não aumentar o teor de gordura e o valor calórico da receita.
É importante também dizer que os indivíduos que possuem alguma doença no fígado, renal ou já possuem níveis sanguíneos de colesterol elevados devem consumir carnes com orientação médica ou de um nutricionista.
Valor calórico Está directamente ligado ao tipo de corte que é consumido. Se você optar por um churrasco de bife do lombo de 100 g que possui cerca de 285 calorias estará a ingerir um número maior de calorias do que se consumisse um bife da alcatra que possui menos calorias. No caso do frango este número pode ser maior se for escolhido uma coxa que contém 130 calorias. May 04
Vitamina C:
Amplamente presente nas frutas e hortaliças, a vitamina C é um dos nutrientes mais populares, podendo ser encontrada em produtos industrializados enriquecidos tais como, sumos de frutas, pastilhas, rebuçados e cereais matinais. Essa fama deve-se aos inúmeros benefícios que esse nutriente proporciona ao organismo, como:
- A estimulação do sistema imunológico, promovendo uma maior resistência às infecções;
- O aumento da absorção de ferro proveniente de alimentos de origem vegetal como, por exemplo, feijão, espinafres e lentilhas;
- O auxílio no processo de cicatrização de feridas, sangramento das gengivas e pequenos cortes;
- A actuação como antioxidante, neutralizando a acção dos radicais livres que desencadeiam o processo de envelhecimento precoce, além de aumentarem o risco para desenvolvimento de cancro e doenças do coração.
Com tantas vantagens, podemos imaginar que quanto maior o seu consumo, melhor será para o nosso corpo, certo? Errado! Por ser uma substância hidrossolúvel (solúvel em água), o excesso é excretado através da urina.
A vitamina C está presente em grande quantidade nos mais variados alimentos podendo ser facilmente atingida a sua recomendação. Assim, não é indicado o uso de suplementos que, em geral, contém mais de 10 vezes a recomendação diária da vitamina, ou seja, cerca de 1.000 mg ou 1 g em cada pastilha ou tablete.
Recomendações Nutricionais
A quantidade média necessária de vitamina C para homens e mulheres, a partir dos 15 anos, é de 60 miligramas (mg) diárias. No entanto, especialistas do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos (National Research Council) estão a estudar essa quantidade com o objectivo de a aumentar: o novo valor, em estudo, poderá variar de 100 mg a, no máximo, 200 mg por dia para pessoas na faixa etária citada.
Se a nova recomendação for aprovada, essa cota poderá ser facilmente atingida consumindo-se, em média, 2 laranjas por dia.
No caso dos fumadores, recomenda-se que o consumo seja de, no mínimo, 100 miligramas, diárias.
Fontes de vitamina C
Por ser muito sensível, ela é facilmente destruída tanto pelo calor (durante o cozimento dos alimentos), como pelo oxigénio (ar) e luz.
As suas melhores fontes são as frutas, as verduras e os legumes crus. Assim, quando for cozinhar esses alimentos, prepare-os no menor tempo possível, utilizando pouca água e servindo-os logo após a sua preparação.
Não se deve cortar ou picar esses alimentos se eles não forem consumidos imediatamente pois, o oxigénio presente no ar tem o poder de oxidar a vitamina C, destruindo-a. Portanto, guardar sumo de laranja ou limonada por muito tempo no frigirífico não preserva a quantidade inicial da vitamina.
Algumas pessoas têm o hábito de adicionar à cozedura de vegetais uma pitada de bicarbonato de sódio com a finalidade de melhorar a sua coloração. Essa atitude não é indicada pois, o bicarbonato colabora para a perda de vitamina C.
O quadro abaixo apresenta a quantidade de vitamina C de alguns alimentos.
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Alimento |
Quantidade |
Miligramas de vitamina C |
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Goiaba |
1 unidade média (170 g) |
370,6 |
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Caju |
1 unidade média (60 g) |
131,4 |
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Pimentão cru |
1 unidade média (55 g) |
134,7 |
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Manga |
1 unidade média (220 g) |
116,6 |
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Laranja |
1 unidade média (180 g) |
95,7 |
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Morango |
10 unidades (120 g) |
84,0 |
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Abacaxi |
1 fatia média (120 g) |
73,2 |
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Mamão papaya |
1 fatia média (110 g) |
50,6 |
Seguir uma alimentação equilibrada e rica em frutas e hortaliças é a melhor (e mais barata) forma de obtermos os benefícios não só da "famosa" vitamina, mas também, de outros nutrientes tão importantes como ela para a manutenção da nossa saúde. April 12
O ferro é um mineral que possui funções importantes para o organismo, é essencial na formação da hemoglobina, no transporte de oxigénio para as células e também desempenha um papel importante no sistema imunológico. As pessoas que fazem dietas desequilibradas, pobres em vitaminas e minerais são fortes candidatos a terem deficiência de ferro, além de mulheres, gestantes e crianças até 2 anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 50% das gestantes e crianças de 6 meses até 2 anos sofrem de anemia.
O ferro também pode ser perdido pelo organismo através da perda de sangue, como hemorragias e doenças parasitárias. Ele é excretado em quantidades muito pequenas através das fezes e do suor. As mulheres no período menstrual possuem uma perda muito maior, sendo comum neste grupo, a deficiência deste mineral. A deficiência do ferro, também chamada anemia ferropriva, é causada geralmente por uma má alimentação, pobre em ferro. A anemia tem como sintomas: cansaço, taquicardia, tontura, palidez, dores de cabeça, fraqueza, falta de apetite e indisposição.
Para analisar se há deficiência de ferro no organismo é necessário fazer um exame laboratorial, o hemograma, onde a insuficiente concentração de hemoglobina no sangue, (<11g/dl) se caracteriza como anemia.
O ferro presente na dieta pode ser do tipo heme e não heme. O ferro heme é 20% mais absorvido pelo organismo do que o ferro não heme. Alimentos que possuem ferro heme são alimentos de origem animal, como carne vermelha, vísceras como fígado, rim, coração, gema de ovo, etc. Já o ferro não heme está presente em alimentos de origem vegetal, como vegetais de folhas verde escuras, como espinafre, agrião, rúcula e leguminosas, como feijão, soja, lentilha, etc.
A recomendação diária de ferro para homens adultos é de 8 mg e para mulheres é de 18mg, de acordo com a Ingestão Recomendada para Indivíduos, do Food and Nutrition Board. Uma dica importante para uma melhor absorção do ferro é que este seja consumido com um alimento rico em vitamina C, pois esta vitamina contribui para uma melhor absorção deste mineral. Exemplo: ao almoço, consumir um bife de carne bovina acompanhado com um copo de sumo de laranja.
Uma medida preventiva para o combate à anemia é consumir alimentos ricos em ferro como fígado, marisco, ostras, coração, carnes vermelhas, frango, peixe e como fonte vegetal, os vegetais de folhas verdes escuras, leguminosas como feijão, grão de bico, lentilhas e açúcar mascavado.
Os complementos alimentares são uma alternativa de intervenção no combate à carência de ferro. E tornou-se obrigatório na farinha de trigo e milho, que devem ser enriquecidas com ferro para o combate à anemia.
Existem também outros tipos de anemia, que não estão ligados à presença de ferro, como a anemia perniciosa, que está ligada à deficiência no organismo de absorver a vitamina B12; a anemina falciforme é uma doença genética, onde há incapacidade dos glóbulos vermelhos de transportarem oxigénio para os tecidos do corpo e a anemia megaloblástica que é causada pela falta de ácido fólico.
Tente ter uma alimentação equilibrada, consumir todos os dias cereais, leguminosas, verduras, legumes, carnes, frutas, leite e derivados, para prevenir doenças e manter a sua saúde.
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