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May 12
Acção de formação: A inovação em tecnologias de saúde aplicadas à urologia e ginecologia
A Associação Portuguesa das Empresas de Dispositivos Médicos (APORMED) está a promover uma acção de formação sobre o “a inovação em tecnologias de saúde aplicadas à urologia e ginecologia”, que irá realizar-se no próximo dia 29 de Maio, às 10h30m, na Av. José Gomes Pereira, nº 9-4º, sala 45 em Miraflores (Sede da APORMED).
Esta iniciativa é direccionada para jornalistas e estudantes finalistas do curso de jornalismo e tem como objectivos dotar estes profissionais da comunicação de informação útil e completa, ajudar a compreender melhor os dispositivos médicos disponíveis na área da urologia e ginecologia e esclarecer dúvidas. A participação é gratuita.
A acção de formação contará com a presença da Dra. Isabel Dionísio, presidente da APORMED, do Dr. Alexandre Lourenço, coordenador da Unidade de Uro-ginecologia do Hospital de Santa Maria, e do Dr. Paulo Vale, consultor de Urologia do Hospital Cuf Descobertas.
Programa:
10h45 – Entrega de documentação
11h00 – Mercado global dos Dispositivos Médicos.
(Dra. Isabel Dionísio – Presidente da APORMED)
11h15 – A incontinência urinária da mulher.
(Dr. Alexandre Lourenço – Coordenador da Unidade de Uro-giencologia do Hospital de Santa Maria)
12h00 – Neuromodulação e Neuroestimulação em urologia. A sua utilização para correcção de alterações do funcionamento da bexiga.
(Dr. Paulo Vale – Consultor de Urologia do Hospital Cuf Descobertas)
12h45 – Perguntas & Respostas
Para mais informações e inscrições gratuitas contacte:
Hill and Knowlton: 21.413.62.36 ou 91.243.40.46 - Ana Tomás – ana.tomas@hillandknowlton.com
June 19
Dr. Leocádio já falou ha muito tempo sobre o consumo excessivo de leite. E comentou que do leite devíamos fazer uso somente da coalhada.
*Leiam com atenção, pois é muito importante.*
*Leite - Um alimento não muito perfeito*
Muitos dos medicamentos que encontramos nas prateleiras das farmácias - comprimidos para dor de cabeça, descongestionantes, antihistamínicos, laxantes - se destinam a combater reações adversas que ignoramos serem causadas pelo consumo de leite e lacticínios. As explicações estão no livro " *Milk - The Deadly Poison*" (Leite - o veneno mortal) de Robert Cohen. Mais informações você encontra no site de Robert Cohen www.notmilk.com < http://http//www.notmilk.com> De acordo com o Departamento de Agricultura dos EUA, quase 40% da alimentação do norte-americano comum consiste de leite e lacticínios! Somando leite, queijo, manteiga e outros lacticínios, o norte-americano comum está ingerindo diariamente a mesma quantidade de colesterol contida em 53 fatias de bacon. Em um ano, isso equivale a 19.345 fatias de bacon e, ao longo de 52 anos, ao colesterol contido em *um milhão de fatias de bacon!**
O leite contém proteínas em abundância! Cerca de 80% dessas proteínas são caseína, a mesma cola usada para montar móveis e para fixar o rótulo na garrafa de cerveja. O Dr. Spock, o maior pediatra dos Estados Unidos, considerava a caseína como principal causa de mucosidade, congestão e dores de ouvido na infância.
Câncer? Há estudos que a indústria de laticínios se recusa a divulgar - provas mantidas em segredo, mais importantes do que aquelas que a indústria de cigarros acabou revelando. Milhares de substâncias causam câncer, mas um hormônio que você produz naturalmente é fator-chave no desenvolvimento do câncer humano, principalmente do câncer de mama. Há milhões de hormônios no reino animal, mas apenas um é exatamente igual nas duas espécies. Esse hormônio, denominado IGF-1 (insulin-like growth factor), é igual em seres humanos e vacas. Ao tomar um copo de leite de 360ml, você está dobrando a quantidade desse hormônio no organismo - um hormônio descrito em periódicos científicos como o fator-chave para o desenvolvimento e a proliferação do câncer.
- *O leite contribui para doenças do coração.* - *O leite é fonte insignificante de cálcio.* - *Um hormônio do leite é fator-chave em todo câncer humano.* - *O leite reduz a eficácia dos antibióticos.* - *A pasteurização não funciona.* - *O consumo de leite tem ligação com bronquite e asma.* - *Uma proteína do leite causa diabete.*
Fonte: http://www.taps.org.br/Paginas/alimartioa02.html *Será que preciso de leite para obter cálcio?* Ao contrário do que aprendemos na escola, o leite está longe de ser o "alimento mais perfeito da natureza". E, ao contrário de toda publicidade, beber leite NÃO evita osteoporose.
A maioria das pessoas foi levada a crer que o leite de vaca é necessário para o bom desenvolvimento dos ossos. Acabamos pensando que jamais devemos ser desmamados - que devemos continuar a beber leite de vaca pelo resto da vida. Os animais, porém, só tomam o leite de suas mães durante o começo da vida e depois passam a suprir suas necessidades com aquilo que comem.
Se leite é uma fonte tão grande de cálcio, como se explica que a maior incidência de osteoporose ocorre justamente nos países onde existe o maior consumo de leite? Como é que em países como a China, onde quase não se consome laticínios, a incidência de osteoporose é bem menor?
De acordo com um estudo - feito em enfermeiras de Harvard, incluindo 77.761 mulheres entre 34 e 59 anos de idade, durante 12 anos - as mulheres que obtêm mais cálcio através do leite são mais sujeitas a fraturas do que as que bebem pouco ou nenhum leite.
Um estudo com homens e mulheres idosos, realizado em 1994 em Sidney, Austrália, mostrou o mesmo - maior risco de fraturas estava associado a maior consumo de laticínios. Aqueles com o maior consumo de leite e derivados tinham quase o dobro de risco de sofrer fratura do quadril do que aqueles com o menor consumo desses produtos.
"*Isso não quer dizer que o cálcio não seja importante. Entretanto - de acordo com as pesquisas - o leite e os lacticínios não protegem contra fraturas.*" (Physician Committee for Responsible Medicine, www.pcrm.org )
Boas fontes de cálcio assimilável pelo organismo incluem: sementes de gergelim, laranja, couve e outros vegetais de folhas verde-escuras, figos e outros vegetais orgânicos. _____ Fonte: *Just Eat an Apple*, nº 14, novembro/dezembro 2000
Alimentação e osteoporose:*
- Países com o maior número de consumidores de *lacticínios*: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra. Países com o maior índice de *osteoporose*: Finlândia, Suécia, EUA e Inglaterra. - A fratura do fêmur é nove vezes mais freqüente entre os negros que vivem nos EUA do que entre os negros que vivem na África do Sul. - Na China rural, a população consome apenas metade do *cálcio*consumido pela população nos EUA. Entretanto, na população dos EUA, ocorrem 5 vezes mais fraturas do que na China rural. - Os alimentos cujo consumo provocam a maior perda de cálcio, através da urina, são *a proteína animal e o café*. (John Robbins*, The Food Revolution*)
*Descoberta importante para a esclerose múltipla:*
Cientistas canadenses comprovaram que há uma forte relação entre a esclerose múltipla e o consumo de leite. Nos países onde não existe, ou quase não existe o consumo de leite, a população não é atingida por essa doença, enquanto nos países onde existe o consumo de leite, a população é muito atingida. Na Noruega, a esclerose múltipla não é encontrada nas regiões costeiras, que vivem da pesca, mas sim nas regiões onde as fazendas produzem leite.
[image: leite]Uma interessante pesquisa americana acompanhou 47.331 homens e 88.563 mulheres de 1980 a 1998. 210 homens e 184 mulheres foram afetados pelo Mal de Parkinson. Constatou-se uma correlação entre o consumo de lacticínios e a incidência da doença - mas apenas nos homens. Outros fatores entram, portanto, em jogo e outras pesquisas são necessárias para determiná-los. Entretanto, essa pesquisa mostra que um fator alimentício facilita a incidência em certos grupos da população. Na realidade, nos países industrializados, as proteínas do leite de vaca são, muitas vezes, as primeiras proteínas estranhas que chegam ao intestino do recém-nascido. A reação imunitária pode causar uma doença auto-imune que, mais tarde, será um dos fatores-chave no aparecimento de diabete ou de esclerose múltipla. Encontram-se anticorpos contra a caseína bovina com muito mais freqüência no sangue dos doentes afetados pela esclerose múltipla do que nos indivíduos sãos. É pouco provável que essa informação importante seja divulgada pela grande imprensa, em virtude da pressão da indústria do leite, cuja publicidade apresenta esse alimento como perfeito para a saúde, ao manter o público na ilusão por razões comerciais. O lucro passa na frente da saúde e da verdade!
(*Santé Nouvelles*, fevereiro de 2003)
*Pasteurização:
Lamentavelmente, a pasteurização também mata bactérias benéficas como os *lactobacilos acidófilos* e destroem até 60% das vitaminas solúveis em gordura (como as vitaminas A e E) e até 80% das vitaminas solúveis em água (como as vitaminas B e C). A enzima fosfatase, que ajuda o organismo a absorver o cálcio, também é destruída. De acordo com alguns estudiosos, sem essa enzima, menos do que 50% do cálcio disponível no leite é absorvido pelo organismo. (Daily Mail, 07.12.01)
*O leite de vaca não é o alimento perfeito:
O leite de vaca é perfeito para o bezerro (isto é, se você tem quatro estômagos e precisa dobrar o peso em 47 dias). Para o ser humano, porém, o leite foi relacionado às doenças coronarianas, alguns tipos de câncer, diabete e até osteoporose - aquelas mesmas doenças que, segundo os produtores de leite, podem ser prevenidas pelos laticínios! (A osteoporose é causada mais pelo excesso do consumo de proteína do que pela falta de cálcio). Recebemos a quantidade CERTA de cálcio do mundo vegetal.
Informações extraídas do site: http://www.taps.org.br/Paginas/alimbreve02.html
May 30
1º Reconhecer os estragos causados pelas dietas
Reconheça que os estragos são uma realidade e que continuar a fazer dieta apenas perpetuará os seus problemas. Admitir que fazer dietas é o problema vai ajudá-la a largar o mito de que as dietas funcionam. Se fazer dieta é o problema, como poderá ser parte da solução?
Exemplos de estragos causados pelas dietas:
- Ensinam o corpo a reter mais gordura quando volta a comer
- Diminuem o ritmo do emagrecimento
- Diminuem o metabolismo
- Aumentam as crises de voracidade alimentar e os desejos pela comida
- Atrofiam os sinais interiores reguladores da saciedade
- Distúrbios alimentares
- Sentimentos de falhanço, baixa auto estima, auto confiança e ansiedade social – independente do peso que tem nessa altura.
2º Estar ciente dos traços e maneira de pensar da mentalidade da dieta
A mentalidade de dieta é subtil e revela-se mesmo quando você decide rejeitar fazer dieta.
Esqueça a Força de Vontade. Nenhum médico conta com a sua força de vontade apenas para baixar a tensão arterial, mas muitos profissionais de saúde esperam que os seus pacientes com excesso de peso emagreçam através da força de vontade da restrição da comida. Esta é também uma crença das pessoas em geral! A expressão Força de vontade pode ser definida como uma tentativa de contrariar um desejo natural e substitui-lo com regras de proibição. O desejo por coisas doces é natural! Qualquer dieta que lhe diga o contrário, vai contra o seu desejo natural. A dieta torna-se um conjunto de medidas rígidas e estas medidas só podem desencadear a revolta alimentar logo, Força de vontade não pertence ao conceito de Comer Intuitivamente!
Esqueça a Obediência. Sem querer os nossos amigos ou familiares podem despoletar em nós uma rebelião alimentar, ao sugerirem coisas tal como: “não devias comer batatas fritas…” Neste cenário de combate alimentar, a sua única arma é pedir uma dose extra grande de batatas fritas (“que é para verem quem manda aqui!”). Na verdade a rebelião é um acto normal de auto preservação – protegemos assim o nosso espaço e limites.
Quando algum médico, nutricionista ou plano alimentar invadem o seu espaço, é normal que se sinta impotente. Quanto mais seguir as restrições alimentares, maior é o ataque à sua autonomia. Ao Comer Intuitivamente não precisará de se rebelar porque é você quem dá as ordens!
Esqueça o Sentir-se um Falhanço. Todas as dietistas crónicas acham-se um falhanço. Mesmo que você seja uma pessoa com sucesso profissional, uma óptima estudante, etc., fala da sua experiência com a comida com muita vergonha, e duvida seriamente da sua capacidade de vir a ter sucesso com a relação com a comida. A mentalidade de dieta reforça os sentimentos de sucesso ou falhanço. Mas ao Comer Intuitivamente não há espaço para falhar – é um processo de aprendizagem.
3º Livrar-se das ferramentas de dieta
A dietista recorre a forças externas para regular a sua alimentação, seguindo um plano alimentar rígido, comendo porque são horas de comer, ou comendo uma específica (medida) porção, quer tenha fome quer não. A dietista valida o seu progresso também através de forças exteriores, principalmente com a balança. Pesar-se na balança só faz com que se concentre no seu peso; não a ajuda a regressar ao processo de Comer Intuitivamente.
AS FERRAMENTAS PARA COMER INTUITIVAMENTE
As ferramentas para comer intuitivamente são sinais internos, e não forças externas que dizem o quê, quando e o quanto comer. Mas para adquirir e entender estes sinais internos, tem de ter uma mala de ferramentas nova – ou melhor, ferramentas de poder.
As ferramentas incluem: aprender a honrar a sua fome, a fazer paz com a comida, a rejeitar a “policia da comida”, a sentir a saciedade, a descobrir a satisfação, a lidar com os seus problemas sem recorrer à comida, a respeitar o seu corpo, a sentir a diferença através do exercício físico e aprender também a alimentar-se saudavelmente, honrando a sua saúde.
September 28
A sua gravidez, sétimo mês
REGRESSO AO FUTURO Agora que já está próximo o momento em que poderá abraçar o seu bebé, é provável que as suas emoções sejam mais intensas a cada dia que passa. É inclusive possível que a entristeça ter que cortar este vínculo único que supõe ter com o bebé no seu interior. Em qualquer caso, tenha paciência perante as dificuldades e desfrute destes meses finais.
A seguir descobrirá:
• Como o bebé já começa a utilizar os seus órgãos
• Que alimentos contêm mais ferro e cálcio | |
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Como está a desenvolver-se Pela Dra. Suzanne Dixon e o Dr. Jim Thornton.
A PRÁTICA FAZ A PERFEIÇÃO Os órgãos do bebé alcançaram um estado de desenvolvimento suficiente para que comece a pô-los à prova. Os pulmões estão a dividir-se e começam a trabalhar (se bem que na realidade o bebé ainda não respire). Os seus rins já produzem com regularidade urina que se mistura com o líquido amniótico. O bebé engole este líquido e volta a “respirá-lo”. Esta reciclagem ajuda os seus pulmões, intestinos e rins a praticar as suas tarefas de respiração, digestão e eliminação.
OS SEUS OLHOS ESTÃO MUITO OCUPADOS Os olhos do bebé estão muito ocupados ultimamente. Pode abri-los e fechá-los e olhar em sua volta. Às 30 semanas já é capaz de coordenar os movimentos dos seus olhos e do seu corpo. Por exemplo, pestanejará e fixará o olhar se o abdómen da mãe receber uma luz brilhante.
CABELO TEMPORÁRIO Se bem que o bebé tenha um suave cabelo na cabeça, é provável que a cor definitiva seja mais clara e perdê-lo-á num prazo de um ou dois meses após o parto. Agora pesa cerca de 1 kg e mede entre 35 e 38 centímetros de comprimento. | |
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Cuidado da mãe Pela Dra. Margaret Comerford Freda e o Dr. Jim Thornton
INCÓMODOS DO TERCEIRO TRIMESTRE Já está mais perto do que nunca do momento de ver o seu bebé. Mas talvez ainda tenha de suportar algumas novas dores antes de dar à luz. O aumento de peso e a pressão exercida pelo bebé implicam os seus próprios incómodos.
CONSELHOS PARA RESPIRAR MELHOR O útero aumenta de tamanho no abdómen e pressiona o diafragma, que por sua vez exerce pressão sobre os pulmões. Isto faz com que possa ser mais difícil respirar, inclusive deitada. Neste caso, experimente dormir um pouco “encaixada”, rodeada de almofadas que lhe sirvam de apoio.
Mais conselhos para dormir melhor aqui.
SENSAÇÕES INTESTINAIS Durante a gestação, todo o sistema gastrointestinal fica mais lento e os músculos do estômago e do esófago relaxam. Por este motivo, os ácidos gástricos podem fazer refluxo, provocando azia e indigestão. Para aliviar estes sintomas, faça pequenas e frequentes refeições e evite os alimentos gordos. Também convém manter-se na posição vertical depois de comer.
Para mais informações, leia o artigo incómodos do terceiro trimestre.
Para mais informações sobre o último trimestre, leia o artigo: “Já cheguei quase à meta”. | |
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Alimentação adequada Pela Dra. Margaret Comerford Freda e o Dr. Jim Thornton
MINERAIS IMPRESCINDÍVEIS Talvez esteja a tomar um suplemento vitamínico pré-natal, mas também é essencial obter vitaminas e minerais dos alimentos, especialmente cálcio e ferro.
O CÁLCIO É um elemento fundamental para a formação dos ossos e dentes do bebé e também ajuda a conservar a resistência óssea da mãe. As mulheres com menos de 19 anos necessitam de 1.300 miligramas diários. A partir desta idade, necessitam de 1.000 mg diários.
Cada uma das seguintes doses contém 300 mg de cálcio. Trate de consumir quatro destas doses por dia. • Cerca de um quarto de litro de leite ou 250 gramas de iogurte. • 40 gramas de queijo duro. • Entre 40 a 60 gramas de queijo curado. • 350 gramas de legumes frescos, cozidos.
O FERRO O ferro ajuda a fabricar células de sangue e previne a anemia. As grávidas necessitam de 30 mg diários de ferro. É conveniente obter o ferro dos alimentos, visto que os suplementos de ferro podem provocar obstipação, algo que possivelmente já lhe está a causar problemas. No entanto, a maioria das mulheres necessita de tomar suplementos de ferro durante a gravidez, porque é difícil obter todo o ferro necessário exclusivamente através da dieta.
Trate de consumir pelo menos quatro doses diárias destes alimentos ricos em ferro: • 125 gramas de fruta, como damascos, uvas ou ameixas secas (as ameixas frescas também são adequadas). • 250 gramas de feijão, ervilhas ou lentilhas. • 250 gramas de legumes de folha escura. • 1 torrada de pão integral ou cerca de 30 gramas de cereais integrais. • Cerca de 60 gramas de amêndoas ou nozes. • Cerca de 60 gramas de carne vermelha. | |
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À espera Pela Dra. Dra. Suzanne Dixon e o Dr. Jim Thornton
A ALIMENTAÇÃO E O ALEITAMENTO MATERNO A natureza deu-lhe todas as facilidades para dar peito ao seu bebé. O corpo da mãe produz as quantidades adequadas dos nutrientes de alta qualidade que o bebé necessita. Se bem que não seja preciso que coma alimentos especiais enquanto dá peito, convém que mantenha uma dieta equilibrada em benefício da saúde de ambos.
O PERCURSO DO LEITE Lamentavelmente, no leite materno podem encontrar-se coisas boas e más. O álcool, as drogas e alguns medicamentos podem passar da mãe para o filho enquanto lhe dá peito. Antes de consumir qualquer fármaco é importante consultar o seu médico.
NÃO É BRINCADEIRA Se era fumadora e deixou de fumar ao ficar grávida, não volte a fumar enquanto der peito visto que passará a nicotina e outras toxinas para o seu bebé. O fumo ambiental cria riscos adicionais para o bebé. Mantenha um ambiente sem fumos... para ambos!
Para mais informações sobre o aleitamento materno, leia o artigo: “Fundamentos do aleitamento materno”.
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Para os pais Pelo Dr. Lawrence Kutner e o Dr. Jim Thornton
O MELHOR APOIO Alguns homens preparam-se para a chegada do bebé pondo em prática novos projectos, como decorar o quarto do bebé ou fazer horas extraordinárias no trabalho. Estes são esforços louváveis, mas não se deixe levar demasiado. Lembre-se de que a sua companheira necessita de muita atenção nestes momentos. Por vezes não há tempo melhor empregue do que os cônjuges estarem juntos sem fazerem absolutamente nada.
Aqui encontrará mais recomendações úteis para os pais. | | June 16
A carne deve fazer parte de uma alimentação saudável?
Passando pelas civilizações da humanidade, a carne tem papel significativo na alimentação do homem desde os tempos pré-históricos. Ultimamente tem se falado muito sobre os efeitos prejudiciais que a carne vermelha traz à saúde, como por exemplo, o risco de doenças cardiovasculares. Ao mesmo tempo, a inclusão da carne bovina na nossa alimentação é importante porque ela é uma excelente fonte de proteínas (nutriente relacionado à construção e regeneração celular) de alta qualidade.
Além disso, é fonte de minerais como ferro (que previne a anemia) e zinco (importante para o crescimento, cicatrização e função imunológica); de ácidos essenciais e de vitaminas do complexo B, principalmente a B12, indispensáveis ao organismo saudável.
Para algumas pessoas preocupadas com sua saúde, essas informações contraditórias acabam formando dúvidas e atitudes radicais em relação ao consumo deste alimento. Daí surgem as perguntas: qual é o melhor tipo de carne para o consumo? Quanto posso comer?
Prefira as carnes magras. Estamos sempre a dizer que uma alimentação adequada e saudável deve ser nutricionalmente equilibrada, variada, caloricamente moderada e, em relação à ingestão de carne vermelha, estes conceitos permanecem.
Por isso também, com o intuito de promover a saúde da população, alguns criadores adicionam à ração dos animais ingredientes com baixo teor de gordura saturada e colesterol - o que aumenta o risco de doenças cardiovasculares. Assim, eles conseguem produzir uma carne mais magra e saudável, porém sem prejuízo no sabor.
Quanto comer? O segredo é moderar o consumo das carnes, não ultrapassando a quantidade de 170 gramas/dia, dando preferência à carne magra.
Na hora da compra você também deve pedir para que se retire a gordura aparente da peça e optar pelas preparações assadas, grelhadas ou refogadas para não aumentar o teor de gordura e o valor calórico da receita.
É importante também dizer que os indivíduos que possuem alguma doença no fígado, renal ou já possuem níveis sanguíneos de colesterol elevados devem consumir carnes com orientação médica ou de um nutricionista.
Valor calórico Está directamente ligado ao tipo de corte que é consumido. Se você optar por um churrasco de bife do lombo de 100 g que possui cerca de 285 calorias estará a ingerir um número maior de calorias do que se consumisse um bife da alcatra que possui menos calorias. No caso do frango este número pode ser maior se for escolhido uma coxa que contém 130 calorias. May 04
Vitamina C:
Amplamente presente nas frutas e hortaliças, a vitamina C é um dos nutrientes mais populares, podendo ser encontrada em produtos industrializados enriquecidos tais como, sumos de frutas, pastilhas, rebuçados e cereais matinais. Essa fama deve-se aos inúmeros benefícios que esse nutriente proporciona ao organismo, como:
- A estimulação do sistema imunológico, promovendo uma maior resistência às infecções;
- O aumento da absorção de ferro proveniente de alimentos de origem vegetal como, por exemplo, feijão, espinafres e lentilhas;
- O auxílio no processo de cicatrização de feridas, sangramento das gengivas e pequenos cortes;
- A actuação como antioxidante, neutralizando a acção dos radicais livres que desencadeiam o processo de envelhecimento precoce, além de aumentarem o risco para desenvolvimento de cancro e doenças do coração.
Com tantas vantagens, podemos imaginar que quanto maior o seu consumo, melhor será para o nosso corpo, certo? Errado! Por ser uma substância hidrossolúvel (solúvel em água), o excesso é excretado através da urina.
A vitamina C está presente em grande quantidade nos mais variados alimentos podendo ser facilmente atingida a sua recomendação. Assim, não é indicado o uso de suplementos que, em geral, contém mais de 10 vezes a recomendação diária da vitamina, ou seja, cerca de 1.000 mg ou 1 g em cada pastilha ou tablete.
Recomendações Nutricionais
A quantidade média necessária de vitamina C para homens e mulheres, a partir dos 15 anos, é de 60 miligramas (mg) diárias. No entanto, especialistas do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos (National Research Council) estão a estudar essa quantidade com o objectivo de a aumentar: o novo valor, em estudo, poderá variar de 100 mg a, no máximo, 200 mg por dia para pessoas na faixa etária citada.
Se a nova recomendação for aprovada, essa cota poderá ser facilmente atingida consumindo-se, em média, 2 laranjas por dia.
No caso dos fumadores, recomenda-se que o consumo seja de, no mínimo, 100 miligramas, diárias.
Fontes de vitamina C
Por ser muito sensível, ela é facilmente destruída tanto pelo calor (durante o cozimento dos alimentos), como pelo oxigénio (ar) e luz.
As suas melhores fontes são as frutas, as verduras e os legumes crus. Assim, quando for cozinhar esses alimentos, prepare-os no menor tempo possível, utilizando pouca água e servindo-os logo após a sua preparação.
Não se deve cortar ou picar esses alimentos se eles não forem consumidos imediatamente pois, o oxigénio presente no ar tem o poder de oxidar a vitamina C, destruindo-a. Portanto, guardar sumo de laranja ou limonada por muito tempo no frigirífico não preserva a quantidade inicial da vitamina.
Algumas pessoas têm o hábito de adicionar à cozedura de vegetais uma pitada de bicarbonato de sódio com a finalidade de melhorar a sua coloração. Essa atitude não é indicada pois, o bicarbonato colabora para a perda de vitamina C.
O quadro abaixo apresenta a quantidade de vitamina C de alguns alimentos.
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Alimento |
Quantidade |
Miligramas de vitamina C |
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Goiaba |
1 unidade média (170 g) |
370,6 |
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Caju |
1 unidade média (60 g) |
131,4 |
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Pimentão cru |
1 unidade média (55 g) |
134,7 |
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Manga |
1 unidade média (220 g) |
116,6 |
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Laranja |
1 unidade média (180 g) |
95,7 |
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Morango |
10 unidades (120 g) |
84,0 |
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Abacaxi |
1 fatia média (120 g) |
73,2 |
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Mamão papaya |
1 fatia média (110 g) |
50,6 |
Seguir uma alimentação equilibrada e rica em frutas e hortaliças é a melhor (e mais barata) forma de obtermos os benefícios não só da "famosa" vitamina, mas também, de outros nutrientes tão importantes como ela para a manutenção da nossa saúde. April 12
O ferro é um mineral que possui funções importantes para o organismo, é essencial na formação da hemoglobina, no transporte de oxigénio para as células e também desempenha um papel importante no sistema imunológico. As pessoas que fazem dietas desequilibradas, pobres em vitaminas e minerais são fortes candidatos a terem deficiência de ferro, além de mulheres, gestantes e crianças até 2 anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 50% das gestantes e crianças de 6 meses até 2 anos sofrem de anemia.
O ferro também pode ser perdido pelo organismo através da perda de sangue, como hemorragias e doenças parasitárias. Ele é excretado em quantidades muito pequenas através das fezes e do suor. As mulheres no período menstrual possuem uma perda muito maior, sendo comum neste grupo, a deficiência deste mineral. A deficiência do ferro, também chamada anemia ferropriva, é causada geralmente por uma má alimentação, pobre em ferro. A anemia tem como sintomas: cansaço, taquicardia, tontura, palidez, dores de cabeça, fraqueza, falta de apetite e indisposição.
Para analisar se há deficiência de ferro no organismo é necessário fazer um exame laboratorial, o hemograma, onde a insuficiente concentração de hemoglobina no sangue, (<11g/dl) se caracteriza como anemia.
O ferro presente na dieta pode ser do tipo heme e não heme. O ferro heme é 20% mais absorvido pelo organismo do que o ferro não heme. Alimentos que possuem ferro heme são alimentos de origem animal, como carne vermelha, vísceras como fígado, rim, coração, gema de ovo, etc. Já o ferro não heme está presente em alimentos de origem vegetal, como vegetais de folhas verde escuras, como espinafre, agrião, rúcula e leguminosas, como feijão, soja, lentilha, etc.
A recomendação diária de ferro para homens adultos é de 8 mg e para mulheres é de 18mg, de acordo com a Ingestão Recomendada para Indivíduos, do Food and Nutrition Board. Uma dica importante para uma melhor absorção do ferro é que este seja consumido com um alimento rico em vitamina C, pois esta vitamina contribui para uma melhor absorção deste mineral. Exemplo: ao almoço, consumir um bife de carne bovina acompanhado com um copo de sumo de laranja.
Uma medida preventiva para o combate à anemia é consumir alimentos ricos em ferro como fígado, marisco, ostras, coração, carnes vermelhas, frango, peixe e como fonte vegetal, os vegetais de folhas verdes escuras, leguminosas como feijão, grão de bico, lentilhas e açúcar mascavado.
Os complementos alimentares são uma alternativa de intervenção no combate à carência de ferro. E tornou-se obrigatório na farinha de trigo e milho, que devem ser enriquecidas com ferro para o combate à anemia.
Existem também outros tipos de anemia, que não estão ligados à presença de ferro, como a anemia perniciosa, que está ligada à deficiência no organismo de absorver a vitamina B12; a anemina falciforme é uma doença genética, onde há incapacidade dos glóbulos vermelhos de transportarem oxigénio para os tecidos do corpo e a anemia megaloblástica que é causada pela falta de ácido fólico.
Tente ter uma alimentação equilibrada, consumir todos os dias cereais, leguminosas, verduras, legumes, carnes, frutas, leite e derivados, para prevenir doenças e manter a sua saúde. April 04
O chá é uma bebida estimulante e que não apresenta quase nenhuma caloria (quando bebido puro). Contém antioxidantes e bioflavonóides, que podem reduzir o risco de cancro, doenças do coração e derrame cerebral. Os chás verdes, além destes benefícios, contêm vitamina K, e os chás de ervas não têm cafeína. Os taninos podem proteger contra cáries; eles diminuem, porém, a absorção de ferro, se o chá for consumido junto com as refeições. O chá tem também efeito diurético, e pode provocar insónia em pessoas sensíveis à cafeína.
Aumentar a Absorção de Ferro
Como saber se estamos a ingerir ferro suficiente? A dose diária recomendada para o ferro é de 10mg para homens e mulheres pós-menopausa e de 15mg para mulheres em idade fértil. As Mulheres precisam de mais ferro diariamente para repor o ferro perdido a cada mês durante a menstruação. Ter uma dieta variada com ênfase nos alimentos ricos em ferro é um bom começo para a obtenção adequada de ferro.
Feijões, vegetais de folha verde-escuro, melaço, sementes de trigo e suco de ameixa são boas fontes vegetarianas de ferro. O corpo absorve somente cerca de 2 a 20% do ferro disponível em fontes vegetarianas. Para aumentar essa absorção, escolha frutas e vegetais ricos em vitamina C a cada refeição (veja a lista abaixo). Frutas cítricas, vegetais folhosos, tomates e morangos são boas fontes de vitamina C.
Lista das Melhores Fontes de Vitamina C
Vegetais:
Bróculos, couve-de-bruxelas, couve-flor, folhas verde-escuras, batata (doce ou inglesa), pimentão, tomate
Frutas:
Melão, sumo de amora, toranja, goiaba, manga, laranja, morango, tangerina, melancia
Uma outra maneira de promover a absorção de ferro é eliminar o café e o chá durante as refeições, especialmente aquelas refeições que contenham quantidades significativas de ferro. O café tem sido apontado por diminuir a absorção de ferro em até 39% e o chá em até 64%. Se acredita que isso é devido aos taninos e outras substâncias que se ligam ao ferro e o torna menos aproveitável pelo organismo.
Esse efeito tem sido detectado mesmo quando o café é consumido até uma hora depois da refeição. Adicionando leite ao café diminui ainda mais a absorção de ferro. A pessoa pode reequilibrar isso com alimentos ricos em vitamina C, mas porque não desfrutar de um copo de sumo de laranja ao pequeno almoço em jejum, em vez de um copo de café ?
Se a pessoa não consegue abrir mão do seu café, beba-o com uma hora ou mais antes das refeições para impedir a interferência com a absorção do ferro. A cozedura em recipientes de ferro pode aumentar significativamente o teor de ferro nos alimentos. Isso acontece ainda mais quando o alimento é ácido, como no caso dos tomates. Se a pessoa ainda não tem certeza de estar a obter ferro adequadamente, é melhor que procure um nutricionista para avaliar sua dieta.
March 28
O reino vegetal abre as suas folhas e oferece-as para que você se torne o rei ou a rainha da selva. Todos deveríamos comer vegetais: crus, em saladas, cozinhados, em sopas... Apresentamos, então, aqueles que são considerados os vegetais mais saudáveis do mundo.
A alface francesa Rica em cálcio. Cerca de 225 gramas destas folhas podem conter 10% deste mineral que, como se sabe, é extremamente benéfico para os ossos. Equivale mesmo a um copo de leite, mas com menos 100% de gordura saturada. Também tem algum magnésio, um mineral que previne a osteoporose.
Como comer: corte a alface em pequenas proporções e misture-a com salmão fumado, tomate cortado aos pedaços e pinhões fritos. Depois envolva tudo numa folha grande de alface e decore o prato com mais alguns pinhões.
Couve-galega
Contém muitas vitaminas C, E, A – indispensáveis à boa visão e à saúde da pele -, e do Complexo B, que, entre outras coisas, evitam problemas do aparelho digestivo e do sistema nervoso. Mas as coisas não se ficam por aqui, a couve-galega figura na lista de alimentos que ajudam a combater vários tipos de cancro.
Como comer: a couve-galega é muito utilizada no norte de Portugal, sobretudo, para fazer caldo-verde. Eis uma receita para quatro pessoas. Comece por descascar cerca de 500 gramas de batatas, uma cebola e dois dentes de alho. Coloque a cozer em água com sal q.b. e um 1,5 dl de azeite. Enquanto isso, deve lavar bem as folhas da couve (200 g) e cortá-la em tiras muito finas. Assim que as batatas estiverem cozidas, triture tudo, junte a couve e leve outra vez ao lume. Dê um toque final com uma rodela fina de chouriço.
Couve lombarda
Tem tiamina ou vitamina B, que ajuda a combater problemas cardiovasculares, e um papel importante na condução dos impulsos nervosos e no metabolismo aeróbio.
Como comer: use-a num delicioso puré: corte-a às tiras e leve a cozer com água e sal (a panela não deve ter mais de metade de água). Junte três maçãs cortadas em pedaços grandes. Deixe cozer durante meia hora em lume brando até que fique uma espécie de puré. À parte, faça um sofreado com alho e pimentão doce e coloque por cima do dito puré.
Brócolos
Uma investigação realizada na Universidade John Hopkins de Baltimore conseguiu comprovar que os brócolos contêm importantes componentes anticancerígenos que podem ajudar à regeneração de células, inclusive quando já estão danificadas.
Como comer: quando estiver a preparar uma prato de massa, junte brócolos cozidos cortados em pequenas proporções, assim como uns pedaços de queijo light e presunto fumado.
Couve-de-bruxelas
Contém vitaminas C e A (retinol), proteínas, potássio e ferro. Entre as suas principais virtudes, deve destacar-se o facto de fortalecer os ossos e proteger a pele e as mucosas. É, por isso mesmo, um poderoso antioxidante e possui uma grande quantidade de bioflavonóides e indóis, substâncias vegetais que protegem contra diversos tipos de cancro. Um estudo publicado no Journal of the National Cancer Institute demonstrou que aqueles que comiam couve regularmente tinham metade das probabilidades de vir a padecer de cancro na bexiga.
Como comer; escolha sempre as mais verdes e fechadas e evite as congeladas. Dê uma fervura rápida sem tapar a panela (para não perder as qualidades benéficas à saúde), acrescente pimenta, um ovo e umas 12 anchovas picadas. Por fim, deve juntar um pouco de molho bechamel (composto por água, leite, farinha e manteiga) à mistura.
Agrião
É um dos vegetais mais nutritivos, tendo também um baixo valor calórico. É uma boa fonte de vitamina A e vitamina C, importante para aumentar a resistência do organismo às infecções, e vitaminas do complexo B, responsáveis pela produção de energia. Tem também sais minerais como o ferro e o fósforo que evitam o cansaço mental e estão ligados à produção de glóbulos vermelhos no sangue.
Como comer: prepare uma salada com agriões, favas - das mais pequenas e verdes - presunto fumado e espargos verdes. Tempere com um fio de azeite.
Espinafres
Os espinafres são fonte de luteína e zeaxantina, duas substâncias nutrientes com propriedades antioxidantes que se concentram em torno da mácula, protegendo a vista de prováveis problemas oculares próprios do envelhecimento. Uma investigação da Tufts University, em Boston (EUA), descobriu que quem come espinafres frequentemente reduz em 48% o risco de padecer de uma degeneração macular.
Como comer: lave bem os espinafres e coza-os em banho-maria. Depois barre-os com um pouco de manteiga magra (fibras+lípidos) e salpique com sal, pimenta e noz moscada. Tempere com molho bechamel.
Endívia
É bastante amarga, mas tem o dobro da fibra das alfaces normais. Uma ou duas endívias garantem-lhe cerca de 20% da quantidade diária recomendada de ácido fólico. As pessoas que não ingerem uma quantidade suficiente desta vitamina B podem ter 50 vezes mais probabilidades de desenvolver uma miocardiopatia.
Como comer: faça uma salada de endívia com tomate e presunto. Compre 2 endívias médias (300 g), presunto (200 g) e tomate (150 g). Corte tudo em pedaços pequenos e acrescente azeite, vinagre e sal q.b., e 3 ou 4 nozes. Está pronta para comer.
March 23
Comece hoje a cultivar a saúde dos seus ossos!
Embora muitas pessoas acreditem que os ossos sejam estruturas sólidas e estáticas, eles são constituídos por um tecido vivo, constantemente renovado. Os ossos dão suporte aos músculos, protegem órgãos vitais e armazenam o cálcio, que é essencial para as funções orgânicas.
A infância e a puberdade são fases em que há grande aumento de tecido ósseo.
Mas, para quem acredita que não há mais tempo para deixar os ossos fortes e saudáveis, uma boa notícia: o pico de massa óssea dá-se por volta dos 25 aos 35 anos de idade.
Em que consiste o pico de massa óssea?
Este "pico" representa a máxima densidade e força que o osso consegue atingir, através do armazenamento de minerais. Está relacionado com a ingestão de alimentos ricos em cálcio e com o desempenho de actividades físicas.
O pico de massa óssea é maior em homens que em mulheres, devido ao maior tamanho do esqueleto. Além disso, a densidade óssea é maior em negros e hispânicos, que em brancos e asiáticos.
Quem está na faixa de idade entre 25 a 35 anos e se preocupa com a saúde, deve aproveitar para "acumular" o máximo de cálcio possível, através de uma alimentação rica neste mineral. Leite e derivados, vegetais verde escuros, peixes enlatados com espinhas e algumas oleaginosas (como as amêndoas) são as principais fontes.
Perdas de massa óssea
Por volta dos 40 anos, a massa óssea começa a diminuir. A mais comum e conhecida patologia associada à perda óssea é a osteoporose. Trata-se de uma doença na qual os ossos vão ficando cada vez mais frágeis e quebram-se com muita facilidade.
Como prevenir a osteoporose
-Pratique exercício físico constantemente (ande, corra, pule e dance): este hábito é determinante para uma boa saúde dos ossos e para evitar doenças em idades mais avançadas;
-Consuma alimentos ricos em vitamina D que está presente no óleo de fígado e de peixe, na manteiga e na gema do ovo. Esta vitamina ajuda o cálcio da alimentação a ser absorvido no intestino;
- Apanhe sol, mas claro, com moderação: Os raios ultravioletas ajudam na obtenção da vitamina D pelo organismo e consequentemente, na fixação do cálcio no organismo;
-Lembre-se: o fumo e o álcool têm efeitos tóxicos sobre os ossos, o que os tornam, portanto, factores de risco para o desenvolvimento da osteoporose.
March 17
- As pessoas com IMC < 25Kg/m2 têm peso normal em termos de saúde, pelo que as suas opções de AF (Actividade Física) não se limitam às apresentadas, de que também beneficiam, podendo ser mais variadas e intensas;
- A prescrição de AF regular faz parte integrante de um acto médico completo que, em alguns casos, pode necessitar do apoio dum especialista em Medicina do Exercício ou doutra especialidade. Hipertensão e outras doenças cardiovasculares, dislipidemias, diabetes e insulino-resistência, alterações posturais, osteoporose e outros problemas osteo-músculo-ligamentares, função imunitária, depressão e função cognitiva, prevenção de vários cancros, asma e outras doenças respiratórias são exemplos de situações cuja profilaxia ou completo tratamento muito depende duma AF adequada;
- Emagrecer é perder gordura, preservando-se massa muscular e é isso que interessa em termos de saúde. A perda de peso só com dieta, especialmente com as chamadas dietas selvagens, é sobretudo à custa de mais água e de massa muscular, miocárdio incluído
A AF tem ainda outras funções muito importantes que a dieta não tem, porque possibilita alimentação menos restritiva, que assim se torna mais aceitável a longo prazo. A manutenção da AF está mais ligada ao sucesso duradouro do que a simples mudança de hábitos alimentares. A AF é vantajosa para muitas das complicações associadas à obesidade. Mobiliza mais gordura abdominal profunda, que é a que confere maior risco, do que a dieta apenas. Eleva o metabolismo em repouso durante as horas seguintes à prática, aumentando a eficácia da dieta. Quem pratica AF também gasta mais calorias em repouso;
- A perda de peso deve ser lenta por várias razões: a produção de energia a partir da gordura é mais lenta do que a partir da massa muscular, pelo que uma perda de peso rápida será mais à custa de músculo. Perdas rápidas ou excessivas induzem reganhos de peso, logo que os cuidados com a alimentação ou com a prática física diminuem, pelo que estão associadas a flutuações do peso. Estas não só dificultam o êxito de nova tentativa de emagrecimento como constituem um factor de risco extra. É preciso tempo para que os novos comportamentos se automatizem em hábitos;
- Pequenas perdas de gordura (5% a 10% do peso), desde que mantidas, já originam significativas melhorias do risco associado à obesidade. A completa normalização do IMC só é de atingir nas pessoas com IMC<30Kg/m2, ou seja, na pré-obesidade;
- Os efeitos benéficos da AF duram apenas nas horas seguintes à sua prática, pelo que não deve haver muito tempo entre cada sessão de AF, por isso, cinco a seis vezes por semana é o ideal. A actividade diária também pode ser repartida ao longo do dia. Assim, embora uma hora de marcha seguida seja o ideal, ela pode ser dividida em dois períodos de meia hora ou mesmo três períodos de 20 minutos;
- Actividades moderadas e prolongadas, (aeróbias) são aquelas cuja energia provem, em maior percentagem, do tecido adiposo. São exemplos: marcha, montanhismo, corrida lenta, ciclismo, dança, remo, etc. Para calcular o dispêndio energético da marcha usa-se a seguinte fórmula: Kcal = Peso em Kg x distância em Km x 0,7. Por exemplo, um indivíduo de 90 Kg após caminhar 5.500 metros terá gasto 90x5,5x0,7 = 347 Kcal, isto é, cerca de 350 Kcal. Em marcha rápida esta distância demora, no máximo, 1 hora. Subir e descer, com regresso ao ponto de partida, também gasta mais energia do que andar sempre em terreno horizontal;
- O risco da marcha é mínimo, o seu custo calórico é fácil de calcular e é acessível a todos. As outras actividades podem ser enganosas, pois o obeso pode não ter ainda condição física para delas tirar partido em termos de emagrecimento. Uma coisa é estar 1 hora num campo de ténis ou numa piscina e outra será jogar ténis ou nadar 1 hora;
- Exercícios de força e flexibilidade são também importantes, mas gastam menos calorias que a marcha rápida. Para quem tem pouco tempo e/ou numa fase inicial esses exercícios vêm depois;
- A AF deve proporcionar bem-estar durante e após a prática, pelo que não deve ser demasiado intensa. A pessoa deve ser capaz de conversar enquanto marcha. Demasiado cansaço ou outros sintomas devem ser comunicados ao médico e obrigam a parar ou abrandar. Na ausência de doenças ou fármacos que interfiram com a frequência cardíaca (FC), esta serve para controlar a intensidade do esforço, que deve ser praticado entre 65% e 75% da FC máxima teórica, dada pela fórmula 220-idade em anos. Por exemplo: num indivíduo de 40 anos, 220-40=180, pelo que deve marchar com FC entre 117 e 135, o que corresponde a 65% e 75% de 180. Se ultrapassar os 75% deve abrandar até recuperar.
Estas normas são para adultos com Índice de Massa Corporal (IMC) ³ 25 Kg/m2, ou seja, com excesso de peso - pré-obesidade ou já obesos;
A AF (Actividade Física) ao longo de toda a vida é muito importante para a saúde dos vários órgãos e aparelhos do corpo humano. A sua importância não se limita ao controlo do peso, nem a uma dada fase da vida. Não basta ter feito desporto durante a juventude e nunca é tarde para começar;
AF e alimentação saudável completam-se e não se podem substituir. AF ou dieta sozinhas, sem estarem associadas, estão condenadas ao malogro a longo prazo em termos de resultados. A AF potencia os efeitos da correcção alimentar;
A perda de peso deve ser lenta para ser eficaz, duradoura e segura. Meio a um quilo por semana é uma velocidade média de emagrecimento adaptável à maioria das situações, que pode ir a 2 Kg mensais em casos mais graves;
Emagrecer equilibradamente e manter a perda. Pequenas perdas, na ordem dos 5% a 10% do peso, desde que mantidas, já trazem grandes benefícios à saúde. Nem sempre é necessário ou possível normalizar o peso por completo. O bom é muitas vezes inimigo do óptimo;
A AF tem de ser frequente e regular. Esta é a característica mais importante da AF, sobretudo quando o objectivo é a perda de peso. Por isso, o ideal é cinco dias por semana. Três dias por semana é o mínimo dos mínimos e menos que três não faz sentido;
A AF, para emagrecer, deve ser ligeira a moderada mas PROLONGADA. Começar com meia hora por dia até chegar a cerca de uma hora por dia (ou mais para quem puder e gostar). O ideal é gastar 2.000 Kcal por semana e nunca menos de 800 a 1000 Kcal. Existem métodos fáceis e rápidos para calcular o dispêndio calórico da marcha;
Caminhar rapidamente é a AF ideal para a maioria das pessoas que necessitam de perder peso, por ser uma AF que emagrece muito e de baixos riscos. Toda a AF é bem vinda, embora as diversas Afs difiram muito nas calorias que consomem e nos seus riscos;
Exercícios de força e de flexibilidade são úteis como complemento da marcha a partir duma certa fase do programa, mas a marcha é o mais importante;
A AF deve ser fonte de prazer e de bem-estar durante a sua prática e no resto do dia. Os prazeres também se podem educar
March 03
Conhecida há mais de 5.000 anos, no Oriente, a soja, nas últimas décadas, tornou-se um produto bastante conhecido sendo o seu consumo incentivado.
Ela e alguns dos seus derivados tornaram-se conhecidos como "alimentos completos".
Deve-se saber, no entanto, que nenhum alimento por si só pode ser considerado completo pois, não possui a variedade de nutrientes de que necessitamos diariamente.
A soja é uma planta pertencente à família das leguminosas, ou seja, do feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilha e, destaca-se por ser rica em proteínas, lípidos (gordura), fibras e algumas vitaminas e minerais. Contém, também, uma classe de hormonas de origem vegetal conhecidos como isoflavonas ou isoflavonóides.
Estudos indicam que tais substâncias actuam como um elemento antioxidante reduzindo as taxas do colesterol mau (LDL) no sangue e, consequentemente, diminuindo o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, além de exercerem também actividade hormonal equilibrando a quantidade do estrogénio no organismo feminino podendo amenizar, dessa forma, os sintomas da menopausa.
Apesar desses possíveis benefícios (que ainda estão em estudo), não podemos esquecer que a concentração dos isoflavonóides na soja depende da variedade da planta, das condições climáticas (o seu teor é mais elevado na soja cultivada em regiões frias) e do metabolismo de cada indivíduo. O facto de ser industrializada também influencia, visto que, conforme o tipo de processamento do produto pode haver uma perda maior ou menor dessa hormona.
Outros alimentos como cereais (especialmente o trigo integral e a cevada), feijões, semente de linhaça, alho, brócolos, couve e frutas cítricas também contêm a hormona vegetal, no entanto, em quantidades inferiores à da soja.
Assim, pode-se concluir que a soja deve ser incluída na alimentação não somente pelas possíveis vantagens que ela pode nos trazer mas, principalmente, pelo facto de ser mais uma opção de um alimento rico em diversos nutrientes e que contribuirá para a diversificação da alimentação diária contribuindo, do ponto de vista nutricional, para a saúde.
Conheça na lista abaixo os principais derivados da soja:
- Óleo de Soja: é um dos tipos de óleo mais consumido no mundo.
- Farelo de Soja (resíduo proveniente da extração do óleo): pode ser utilizado como alimento para animais, visto que contém de 40 a 55 % de proteína.
- Farinha de Soja: pode ser usada na indústria alimentícia para enriquecer pão, bolachas, massas, produtos infantis, misturas para sopas, etc.
- Concentrado e isolados proteicos de soja: são mais caros que a farinha e a sua aplicação restringe-se aos produtos onde a mesma não pode ser utilizada.
- Proteína texturizada de soja (PTS): pode ser obtida por "extrusão" e por "fiação". No primeiro caso, a PTS apresenta teores mais baixos de proteínas sendo utilizada na preparação de hambúrgueres, bolinhos de carne e outros produtos de carne. No segundo tipo, ela apresenta elevado teor de proteína e é utilizada no fabrico de produtos semelhantes à carne (bife), presunto, entre outros, devido à sua estrutura fibrosa mais definida.
- Extracto proteico de soja (leite de soja): é um alimento que possui a aparência muito semelhante ao leite de vaca. Pode ser encontrado na forma líquida ou em pó. Em geral, são aromatizados.
- Queijo de soja (tofu): elaborado a partir do leite de soja apresenta cerca de 135 calorias em 100 g e cerca de 12,5 g de proteína.
- Missô (pasta de soja) e shoyu (molho de soja): basicamente são usados como temperos na cozinha oriental
- Soja torrada: possui a aparência de um amendoim torrado e pode ser consumida como tal. February 21
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Cálcio - Consome a quantidade recomendada?
Muitas pessoas sabem como o cálcio é importante para o nosso organismo, mas será que todos consomem diariamente a quantidade adequada? |
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A função primordial do cálcio é a formação de ossos e dentes, bem como a sua manutenção. Outras funções importantes são: a participação na coagulação sanguínea, na contracção e relaxamento muscular e também na transmissão nervosa e regulação do batimento cardíaco.
A ingestão inadequada deste mineral durante o período de crescimento pode resultar em deficiências futuras. A perda de massa óssea começa por volta dos 50 anos em ambos os sexos, no entanto, nas mulheres progride com maior rapidez. Podemos destacar algumas doenças decorrentes da falta de cálcio no organismo:
Osteoporose: Esta doença é originada pela perda de massa óssea, podendo ocorrer fracturas.
Osteomalácia: Muito confundida com a osteoporose, nesta doença ocorre uma falha na mineralização da matriz óssea, causando também fracturas.
Raquitismo: É uma doença que provoca má formação dos ossos, durante o período de crescimento.
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Para evitar estas doenças e para que o seu organismo exerça as funções da melhor maneira possível, é importante consumir todos os dias alimentos fontes de cálcio. São eles: leite, queijo, iogurte, peixes, vegetais de folha verde escura, como espinafre, agrião, brócolos, couve, etc. |
A recomendação diária para adultos homens e mulheres é de 1.000mg. Para ter uma ideia, elaborámos um quadro com exemplos de alimentos ricos em cálcio que podem ser consumidos e que irão atingir a quantidade recomendada de cálcio por dia:
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Alimento |
Quantidade de Cálcio |
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Leite desnatado (copo grande) |
297,6 mg |
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Queijo fresco (1 fatia média) |
205,5 mg |
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Iogurte (200ml) |
240 mg |
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Espinafre cozido (4 colheres de sopa) |
160,5 mg |
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Couve refogada (2 colheres de sopa) |
164 mg |
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Total |
1067,6 mg |
A absorção de cálcio pode ser prejudicada por alguns factores, como a presença de ferro, um mineral presente em carnes e ovos principalmente. Por isso procure não consumir alimentos ricos em ferro junto com alimentos ricos em cálcio, como por exemplo: carne bovina e leite desnatado.
Já outras substâncias podem aumentar a absorção do cálcio pelo organismo, como é o caso da lactose do leite. O leite é uma fonte riquíssima de cálcio, e este cálcio é muito bem absorvido devido à lactose (açúcar do leite), que contribui para sua maior absorção. A vitamina D também aumenta a absorção de cálcio, por isso procure consumir alimentos ricos em vitamina D juntamente com o cálcio. Fontes: óleo de fígado de peixes, peixes como atum, cação, arenque, além de manteiga, gema de ovo, entre outros.
Lembrando que a maior fonte de vitamina D é obtida através da luz solar na pele. Os raios solares colaboram com a produção desta vitamina no organismo humano, que por sua vez, ajuda a fixar o cálcio.
Para ter ossos e dentes fortes e evitar doenças como osteoporose, consuma sempre alimentos fontes deste importante mineral. | February 13
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Saiba um pouco mais sobre cogumelos
Poucas são as pessoas que conhecem os tipos e as propriedades deste fungo, que pode proporcionar um sabor especial em algumas preparações e torná-las muito mais nutritivas
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Os cogumelos são classificados como fungos, ou seja, são plantas que não podem obter energia por meio da fotossíntese, extraindo então os seus nutrientes do húmus. |
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Podemos encontrar os seguintes tipos de cogumelos: champignon de Paris, hiratake, shimeji, shiitake, funghi secchi, agaricus blazei e agaricus brasiliensis, conhecido como cogumelo do sol e outros.
O tradicional champignon, utilizado em preparações como o strogonoff tem um sabor suave, já o shimeji e shiitake utilizados em preparações japonesas, possuem sabor mais forte. O funghi secchi é o cogumelo seco, de origem italiana e é muito usado em risotos e molhos.
O cogumelo do sol e outros tipos de cogumelos comestíveis fornecem hidratos de carbono, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais. Possuem uma quantidade elevada de proteínas e uma quantidade pequena de gordura, e por isso podem fazer parte da alimentação de quem deseja perder peso.
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Em relação às vitaminas, eles fornecem: vitamina B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3 (niacina), vitamina C (ácido ascórbico) e vitamina D. Entre os minerais podemos destacar: cálcio, potássio, iodo, sódio e fósforo. |
Inúmeros estudos foram já realizados para comprovar se o shiitake e o agaricus blazei (cogumelo do sol) realmente possuem propriedades medicinais e alguns deles fornecem evidências quanto à sua acção no sistema imunológico. Quanto ao shiitake, pesquisas dizem que este cogumelo pode reduzir o colesterol sanguíneo. Porém, ainda não há nenhuma comprovação científica.
O que podemos afirmar é que os cogumelos possuem um alto valor nutritivo. E com todos estes nutrientes apresentados, esta iguaria poderia estar mais presente na sua alimentação, não acha?
Veja a seguir as calorias dos tipos de cogumelos mais consumidos, as características e em que preparações se podem incluir:
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Cogumelo |
Características |
Calorias (100 g) |
Preparações |
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Champignon (fresco) |
Chapéu carnudo, com talo curto e grosso, cor clara, sem manchas. |
25 kcal |
Strogonoff, aperitivos, saladas, pizas, molhos. |
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Shiitake (fresco) |
Cor homogénea e mais escura. |
25 kcal |
Risotos, saladas, pizas, molhos, massas. |
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Shimeji (fresco) |
Cabeça pequena de cor cinza, sustentada por um talo comprido e fino. |
6 kcal |
Fritos, grelhados, massas, risotos, yakissoba. |
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Hiratake (fresco) |
Ligeiramente adocicado, cor homogénea, sem manchas, humidade aparente. |
25 kcal |
Risotos, massas, refogado, sushi. |
Os cogumelos ainda não são consumidos em grande quantidade uma vez que a população não conhece as propriedades nutricionais destes fungos.
Atenção: milhares de espécies de cogumelos selvagens produzem toxinas nocivas à saúde humana. Por isso, muito cuidado, não coma cogumelos selvagens antes de ter certeza de que a espécie pode ser consumida ou que um especialista informe se o mesmo é ou não comestível.
Agora que já sabe dos benefícios destes fungos, aproveite para acrescentar nas suas refeições, deixando-as mais saborosas. | February 03
Dieta mediterrânica contra obesidade e diabetes
Na década de 60 o Dr. Ancel Keys, professor e director da Universidade de Saúde Pública de Minesota (EUA), fez um estudo sobre a incidência das doenças cardiovasculares em 16 grupos da população dos seguintes países: Japão, Itália, Holanda, Finlândia, EUA, Grécia e ex-Jugoslávia.
Os resultados foram apresentados no trabalho «Estudo das Sete Nações» e mostravam que os indivíduos que viviam na área mediterrânica eram menos afectados por doenças coronárias. Na mesma década, constatou-se, ainda, que era a população de Creta (Grécia) que apresentava uma maior esperança de vida relativamente a outros povos.
Isto porque a respectiva alimentação, típica, era baseada na chamada dieta mediterrânica. Este tipo de alimentação foi, aliás, adoptado pelos portugueses durante muito tempo, mas tais hábitos alimentares têm vindo a perder-se desde os anos 60. Actualmente, começou-se a falar de uma forma mais regular da chamada dieta mediterrânica.
Esta dieta é, essencialmente, baseada no conjunto de variantes da alimentação tradicional espanhola, portuguesa, grega, marroquina, tunisina, turca, síria, do sul de França e do sul de Itália.
«Trata-se de uma dieta equilibrada, em que estão inseridos todos os grupos alimentares – proteínas, hidratos de carbono, gorduras, legumes e frutas –, sendo o azeite a gordura mais usada», refere a Prof.ª Virgínia Costa Matos, nutricionista e autora do livro A Dieta de Bem-estar.
Na altura em que a dieta mediterrânica foi descoberta enquanto tal, o açúcar e a carne eram pouco consumidos, em comparação com os legumes, a fruta e os hidratos de carbono.
Mas, segundo afirma Virgínia Costa Matos, «as populações nessa altura não tinham uma vida sedentária e, actualmente, a dieta tem de ser adaptada ao sedentarismo, pois, se for seguida como outrora, as pessoas podem engordar. Por exemplo, os hidratos de carbono dão energia, mas quando consumidos em excesso engordam».
Deste modo, foi concebida uma nova versão da dieta mediterrânica, mais adequada ao estilo de vida actual e citadino, onde impera a falta de exercício físico.
«É notória a redução dos hidratos de carbono no programa da dieta mediterrânica adaptada aos dias de hoje, sendo mais rica em legumes e frutas. Contudo, no que respeita ao pão, este deve ser integral», indica a nutricionista. January 26
Frutas, sempre uma óptima opção!
A pirâmide alimentar recomenda o consumo de 3 a 5 porções do grupo das frutas diariamente, já reparou se consome esta quantidade?
Toda a gente sabe que é importante comer frutas diariamente, mas poucos são os que realmente comem todos os dias, na quantidade certa. Alguns têm preguiça de cortar a fruta, descascar, outros esquecem, mas está na hora de todos se consciencializarem que este grupo alimentar deve fazer parte da alimentação diária, pois é fundamental para a saúde.
Benefícios nutricionais:
- As frutas em geral fornecem poucas calorias, sendo uma óptima opção para quem deseja eliminar peso ou manter;
- Possuem alto teor de água, repondo assim os líquidos eliminados através da transpiração. Por isso no verão é importantíssimo consumir frutas;
- São fontes de vitaminas e minerais, que desempenham um papel essencial no organismo. Algumas são ricas em vitamina C que é o caso das frutas cítricas, como: laranja, limão, morango e outras. Outras são ricas em betacaroteno (precursor da vitamina A), como a manga. Além destas e outras vitaminas, não podemos esquecer dos minerais, que estão presentes em muitas frutas, como o potássio e o ferro
- As frutas possuem grande quantidade de fibras, que estimulam um bom trabalho intestinal, além de provocar uma sensação maior de saciedade. Na maioria das frutas encontra-se a pectina que é uma fibra solúvel, que ajuda no controle do colesterol, diminuindo o risco de doenças cardiovasculares.
Ao consumir frutas com casca ingere a fibra insolúvel, que acelera o movimento do bolo fecal, fazendo com que o seu intestino funcione regularmente, evitando a obstipação.
- O processo de digestão das frutas é mais rápido, pois possuem pouca gordura, sendo então rapidamente absorvidos os nutrientes, evitando com que sinta aquela sensação de moleza após consumir alimentos, principalmente na época de Verão.
Depois de saber de todos estes benefícios nutricionais, tente comer frutas diariamente, não só no verão, mas em todas as estações do ano. É fácil atingir a recomendação da pirâmide alimentar, basta acrescentar 1 porção de frutas em todas as suas refeições do dia, seja ao natural ou em sumos. Nas refeições intermediárias é uma óptima ideia comer uma fruta fresquinha.
Calorias de algumas frutas, sendo da menos calórica para a mais calórica:
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Frutas |
Quantidade |
Calorias |
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Framboesa |
1 unidade |
2,2 kcal |
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Morango |
1 unidade |
4,8 kcal |
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Nêspera |
1 unidade média |
13,2 kcal |
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Ameixa |
1 unidade média |
19,2 kcal |
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Melão |
1 fatia média |
25,2 kcal |
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Cajú |
1 unidade |
27,1 kcal |
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Pêssego |
1 unidade média |
28,8 kcal |
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Nectarina |
1 unidade média |
30 kcal |
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Figo |
1 unidade média |
37,9 kcal |
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Abacaxi |
1 fatia média |
43,5 kcal |
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Maracujá |
1 unidade média |
45 kcal |
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Melancia |
1 fatia média |
48 kcal |
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Kiwi |
1 unidade |
50,9 kcal |
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Tangerina |
1 unidade média |
64,8 kcal |
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Romã |
1 unidade média |
68 kcal |
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Pêra |
1 unidade média |
68,2 kcal |
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Banana |
1 unidade |
74,8 kcal |
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Abacate |
1 colher de sopa picada |
79 kcal |
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Maçã |
1 unidade média |
85 kcal |
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Laranja |
1 unidade média |
86 kcal |
January 24
As vitaminas são substâncias orgânicas necessárias em pequenas quantidades como coenzimas ou enzimas, em processos metabólicos distintos que são fundamentais para o funcionamento normal do organismo. Em condições normais, o seu aporte ao organismo faz-se, basicamente, através da ingestão de alimentos. Porém, existem situações em que os requisitos vitamínicos não são supridos e, logo, justificam a sua utilização terapêutica.
A avitaminose é um processo que se desenvolve progressivamente, até ao esgotamento das reservas vitamínicas, acompanhado por alterações bioquímicas, funcionais e, por último, lesões anatómicas. As vitaminas podem ser indicadas para prevenir, curar e como terapêutica farmacológica. Não obstante, é essencial realizar uma história clínica exaustiva, exame físico, estudo da dieta alimentar, etc., para justificar ou provar a existência de uma deficiência vitamínica e, por conseguinte, assegurar a obtenção do efeito terapêutico esperado em cada situação clínica.
Porém, a existência de uma avitaminose não é absolutamente necessária para comprovar a utilidade das vitaminas em doses elevadas. Com efeito, encontra-se bem documentado o benefício da administração de doses terapêuticas de vitaminas no tratamento de: inflamações e dor, determinados tipos de anemia, algumas alopecias, hemorragias, consolidação de fracturas, algumas perturbações oculares e auditivas, ou como antioxidantes para a prevenção de perturbações crónicas degenerativas.
Uma boa alimentação deve contribuir para o nosso bem-estar e possibilitar máxima saúde, isto é, deve manter o peso dentro de valores aceitáveis e estimular o organismo a defender-se de doenças. Deve, ainda, ser repartida ao longo do dia e ser equilibrada, do ponto de vista energético, fornecer a quantidade de água indispensável à vida e respeitar as proporções sugeridas pela Pirâmide dos Alimentos.
Deve também fornecer todos os nutrientes necessários ao organismo (nutrientes energéticos, vitaminas, minerais, fibras, antioxidantes) e servir-se de formas culinárias apropriadas, que permitam tirar um maior proveito dos alimentos, predigerindo-os e melhorando o seu sabor e textura.
O tratamento alimentar para emagrecer deve seguir as regras duma boa alimentação e deve ser seguido um Plano Alimentar, adaptado a cada caso.
Do tratamento alimentar para emagrecer deve fazer parte uma culinária saborosa, atraente e, em particular, respeitar uma forma de cozinhar com pouca gordura, no sentido de diminuir a ingestão calórica pelo consumo excessivo de gordura.
Piramide dos alimentos
Para sabermos de uma forma simples, quais os alimentos que devem entrar na nossa alimentação diária e em que proporção, para que aquela seja equilibrada e nos dê os elementos necessários à máxima saúde, a Roda dos Alimentos dá uma preciosa ajuda.
Esta figura ensina-nos que devemos comer em maior quantidade os alimentos dos grupos I, IV e V. Devemos ainda, dentro de cada grupo, ser variados. Mesmo num tratamento para emagrecer, esta regra deve-se manter.
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Leite e derivados ricos em cálcio (leites, iogurte, queijos, requeijão) |
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Os alimentos deste grupo são também ricos em proteínas, indispensáveis para a formação e reparação do nosso organismo. Pela sua riqueza em gordura devem preferir-se as variedades magras num tratamento para emagrecer. |
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Carnes e derivados, pescado (peixes, marisco) e ovos |
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São alimentos ricos em proteínas e também vitaminas do complexo B e sais minerais (ferro, fósforo e iodo). A quantidade de gordura varia com o tipo de alimento. Recomenda-se retirar as peles das aves e a gordura aparente das carnes antes de cozinhar, diminuindo, deste modo, a ingestão calórica. |
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Óleos e gorduras alimentares (óleos, azeite, manteiga, margarinas, banha e natas) |
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São o grupo mais pequeno da Roda dos Alimentos, portanto devem entrar muito modestamente na nossa alimentação. São grandes fornecedores de energia e vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K). Pela sua carga calórica são para consumir de uma forma reduzida e seleccionada num tratamento para emagrecer. |
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Cereais e derivados (trigo, milho, arroz, farinha, massas, pão), leguminosas secas (feijão, grão, fava, lentilhas) e tubérculos (batata) |
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Estes alimentos são bons fornecedores de hidratos de carbono, vitaminas do complexo B, sais minerais e fibras. A maior parte da energia diária deve vir deste tipo de alimentos. Pela sua riqueza em fibras e por serem praticamente nulos em gordura, estão indicados no tratamento para emagrecer. |
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Produtos hortícolas (nabiças, couves, grelos, espinafres, feijão-verde, ervilhas e favas frescas, cenoura, tomate, cebola) e fruta (maçã, pêra e cereja) |
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São alimentos riquíssimos em vitaminas e minerais e devem ser consumidos em abundância. São, com algumas excepções (azeitonas, abacate, amendoim, noz, pinhão, pistácio, avelã, amêndoa), pobres de gordura e ricos em fibras, o que os torna altamente vantajosos no tratamento para emagrecer. |
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Doces - Estes alimentos não fazem parte da Roda dos Alimentos e, se entram na rotina do nosso dia-a-dia, contribuem para aumentar muito o valor calórico da refeição. Como agravante, são muitas vezes constituídos também por gordura, o que os torna ainda mais calóricos. Por estas razões estão desaconselhados. |
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Bebidas: |
Água - deve ser ingerida em quantidades superiores a 1,5l diárias, de modo a que o nosso organismo se mantenha em equilíbrio. Pode ser consumida às refeições; |
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Refrigerantes e sumos - é imprescindível a leitura do rótulo para saber o que contêm. Só as quantidades de açúcar e calorias elevadas são desaconselhadas no tratamento para emagrecer; |
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Bebidas alcoólicas - 1grama de álcool fornece 7 calorias. Uma garrafa de 375 ml de vinho maduro de 12,5º fornece 260 calorias. As bebidas destiladas (whisky, aguardente, licor
) contêm muito mais álcool e portanto são mais calóricas. Por estas razões, a ingestão destes tipos de bebidas está desaconselhada; |
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Refeições pré-preparadas e outros alimentos processados - Deve-se rejeitar as refeições cujo rótulo contenha, como primeiros ingredientes, gorduras, óleos, margarinas ou manteiga. Significa que estas refeições são muito ricas nesses elementos e, consequentemente, bastante calóricas. | January 19 Ideal para quem diz que nunca tem tempo são as recomendações que se seguem, pois lembre-se que não é saudável passar mais do que 3, 4 horas sem comer, e a pensar em si que esta aí desse lado a trabalhar ou em lazer, mostramos-lhe alguns exemplos
Barras de Cereais
São barras compostas predominantemente por carbo hidratos de rápida absorção (glicose), estando prontamente disponível para elevar a glicémia logo após a ingestão. Caracterizam-se pelo alto teor de fibras, podendo ser utilizada por qualquer pessoa no intervalo das refeições, como em lanches. Em média, essas barras possuem 100kcal e 20g de carbo hidratos, substituindo bem um lanche como 1 fatia de pão integral com requeijão light. Normalmente o lanche da manhã é pequeno e o da tarde um pouco maior, o que permitiria a ingestão de até duas barras para um indivíduo normal com actividade moderada. Há um número bem variado de barras de cereais, no sabor banana, coco, frutas, etc.
Bolachas Integrais
Melhor do que a bolacha água e sal tradicional as integrais apresentam um valor nutricional melhor, principalmente devido ao maior conteúdo de fibras que melhoram o funcionamento intestinal e aumentam a sensação de saciedade. Além disso, pode variar o acompanhamento das bolachas: ex.: requeijão, geleias, mel, queijo, etc.
Pipocas
Uma porção de 90g tem: 114,0 Kcal e 2,0g de gordura. A pipoca de microondas é uma opção prática e rápida para escritórios. A opção light contém metade das calorias e da quantidade de gordura, por isso, prefira esta, mas mesmo assim o consumo deve ser esporádico e moderado. Para que o milho estoure é necessário adicionar óleo ou gordura (mesmo as embalagens fechadas de microondas contém gordura), por isso o consumo deve ser controlado.
Frutas Secas
São práticas, têm uma validade maior que as frutas frescas e são boas opções para manter o pique durante o trabalho. Além disso, elas fornecem mais energia do que as frutas frescas. Compre e deixe sempre em mãos, na gaveta, na pasta do trabalho ou na sua mala, mas cuidado com as calorias porque neste aspecto são rainhas.
Para você comparar:
5 damascos contém, em média, 75 kcal
5 ameixas secas contém 119 kcal
3 colheres (sopa) de uva passa tem 180 kcal
Frutas
As frutas são fontes de vitaminas e minerais que ajudam a regular as funções do organismo. Além disso, elas contêm pouquíssima gordura e são pouco calóricas. Para você ter uma ideia,
1 banana tem 74 kcal e 19 g de carbo hidratos;
1 maçã tem praticamente o mesmo conteúdo nutricional da banana;
1 pêra tem 78 kcal e 20 g de carboidratos.
É uma opção fácil para o lanche, mas tem que tomar cuidado para evitar que elas se estraguem, pois a validade não é muito grande.
Iogurte
Existe uma variação enorme de iogurtes nas prateleiras dos supermercados. Pode escolher os líquidos comprados em embalagens de 1 litro. 1 copo de 125 a 300ml pode ser uma boa solução para o fim de tarde. Os cereais com o iogurte são uma combinação de proteínas e carbo hidratos, importantes para manter os níveis de glicose sanguínea constantes e para a formação de tecidos, sistema imunológico e hormonas do nosso corpo. Um iogurte por dia pode melhorar a resposta imunológica do organismo contra doenças e vírus.
Sandes
Se o trabalho for até tarde e ainda tiver muito para pensar, vale a pena se organizar para trazer de casa ou pedir na padaria um sandes simples, pode ser de queijo; peito de peru ou fiambre. Comparado a uma fruta a sandes oferece um maior número de calorias e seu recheio rico em proteínas activa o raciocínio. Existem sanduíches prontos nas lojas express que duram até 1 semana pois são embalados em atmosfera modificada, que impedem a proliferação de microorganismos.
Japonês
Sabemos há muito tempo que os orientais têm hábitos alimentares melhores que os nossos. A maioria das preparações (sushi, sashimi, missoshiro, tofu, etc) são pobres em calorias e gorduras, e ainda qualitativamente saudáveis pois o peixe trás boa qualidade protéica e é rico em fósforo, que ajuda nas funções cerebrais. Por isso são boas opções para um almoço atrasado ou até lanches. Quando pedir um japonês solicite também o gengibre cru, este possui uma propriedade excelente na manutenção e melhora do sistema imunológico.
Massa Instantânea
Também é muito prático e fácil de fazer. A massa pode ser uma boa opção para os dias em que o trabalho se estender até mais tarde, pois contém uma boa quantidade de carbo hidratos que servirão como fonte de energia para você manter o raciocínio e a capacidade de concentração.
Sumos
Os sumos são opções fáceis e simples para o dia a dia. A ingestão de líquidos diáriamente aumenta a quantidade de água que o nosso corpo precisa para manter saudável todas as funções fisiológicas. Beber água é difícil, mas a desidratação pode estar relacionada ao cansaço e mau desempenho no trabalho.
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